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Data de lançamento
1 Set. 2019Duração
Tati (Cassia Gil), uma introspectiva garota de 13 anos, tenta se conectar com seu pai, Jaca (Bukassa Kabengele), depois que ele é libertado da prisão. Enquanto a Polícia Pacificadora luta para manter a ocupação nas favelas do Rio, Tati e Jaca navegam pelas forças conflitantes que ameaçam destruir sua esperança para o futuro.
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Forte, cru, impactante, o realismo do lugar, das historias e dos personagem te atingem desde a primeira cena. Também traz uma boa história, sem exageros, só porradas de realismo puro. grande filme nacional.
Ótimo filme ! Mesmo trazendo as mazelas bandido-trafico-RJ-favela , que muitas vezes acabam se repetindo , aqui o apelo maior fica por conta dos bons personagens e da boa construção deles , curti bastante a novata Cássia Gil, assim como Bukassa Kabengele. Vale conhecer.
Pontos negativos talvez caiam sobre Débora Nascimento, atriz de altos e baixos na carreira, aqui não achei legal… e Loreto como bandido, não convenceu , peca ainda em colocar atores negros (os mesmos) em perfis iguais, cansativo ver uns ali que já vimos em outras obras, se tornaram recorrentes nestes perfis que marcam eles.
Filme realista, forte e atual.
Cassia Gil está muito bem no papel chave .
Mais um bom exemplo de filme nacional de qualidade.
Uma aula de 100 minutos de sociologia e humanidade que nos faz questionar o quão privilegiados a maioria de nós somos pelo simples fato de não ter nascido em tais condições. A personagem Tati, que é uma jovem de 13 anos, passa por diversas situações inimagináveis de contato frequente com drogas, dependência química da mãe e o fato de que seu suporto pai é um "ex dono do morro" fazendo com que ela conviva diariamente com o cenário hostil de uma comunidade dominada pelo tráfico, e em nenhum momento nos é a presentado que ela ao menos frequente uma escola regular nos fazendo perceber que é uma situação comum, mas não por culpa de jovens que não veem futuro nos estudos, mas pela falta de oportunidades por conta das prioridades básicas que têm. O filme tem um enredo bem trabalhado e nos apresenta fatos crus de uma realidade que fechamos os olhos pra sua existência.
Dessa leva "pós Tropa de Elite", e ainda com a ambição de falar da segurança pública na cidade do Rio de Janeiro, não consegue falar de quase nada de forma interessante, ou propor algum olhar mais interessante. O lance do morro dos prazeres ter uma upp é algo que fica como um papel de parede no fundo, pois fora isso, toda a trama poderia se passar sem a upp ali, e me impressiona como os diretores fazem ainda hoje um retrato péssimo do que seria uma pessoa que vende drogas, ou o chamado traficante, sério, não é preciso ir muito longe pra ver que aquele retrato ali não cabe em qualquer lugar da cidade do RIo de Janeiro. Aqui é visível que o problema é a direção, e não os atores.