Jeff McCloud, campeão dos rodeios aposentado por uma série de acidentes, retorna à cidade natal. Acaba treinador do ambicioso Wes Merritt, que promete dividir os prêmios com ele. Louise, esposa de Wes, só deseja a tranquilidade da vida do lar e não se sente nada feliz com os triunfos do marido. Jeff e ela acabam se envolvendo e Jeff retorna à arena na esperança de bater o arrogante e infantilizado Wes. Mas isso poderá custar-lhe muito caro.
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Olhar realista sobre a vida dos postulantes ao estrelato nos rodeios nos EUA. Ray foca na questão humanista e fica na possibilidade o casal Mitchum - Susan. O filme tem uma parte documental interessante. O final abrupto dá a impressão de que algo aconteceu na produção do filme ou na dúvida sobre como finaliza-lo meteram uma morte, a ação limite pra encerrar trama-personagem.
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24.01.1989
Faroeste dramático em preto e branco da Wald/Krasna Productions, Spinel Entertainment e RKO Radio Pictures que foi baseado no romance "King of the cowpokes", de Claude Stanush (1918-2011), publicado na revista "Life" em 1946.
Robert Parrish (1916-1995) dirigiu por vários dias depois que Nicholas Ray (1911-1979) adoeceu, mas não foi creditado. A relação entre Nicholas Ray e Robert Mitchum (1917-1997) durante a produção tornou-se tão próxima e complexa que os produtores se sentiram excluídos. Robert Mitchum e Susan Hayward (1917-1975) viriam a estrelar Feitiço branco (53), que foi sua última colaboração. Arthur Kennedy (1914-1990) diria mais tarde sobre Nicholas Ray que ele tinha uma maneira muito peculiar de dirigir atores. Kennedy concordou com tudo o que Ray disse a ele, mas nunca entendeu o que ele queria dizer. Último filme de Barbara Blaine e Alice Kirby.
Um western para depois da morte do Velho Oeste tradicional, sobre uma combinação tóxica de picos de adrenalina, dinheiro entrando e orgulho masculino. Mas o filme não sentimentaliza o espírito do rodeio e seus participantes itinerantes. Usando imagens documentais, o filme nos oferece um retrato detalhado e perfeitamente integrado do ambiente dos estádios lotados de amantes deste "esporte" besta que deveria ser proibido onde quer que fosse, pois maltratam cavalos, touros e bezerros, e nada acontece com eles.
Mais do que qualquer reação exagerada ao roteiro ou à narrativa o que me encantou em Paixão de Bravo foram as personagen muito bem defendidadas por MItchum, Kennedy e Hayward. O final é um tanto otimista demais pós tragédia mas de resto a cadência e o triângulo amoroso funcionam bem.
Filmão do NR! Edição, trilha e roteiro nos trinques! Mitchum e elenco (os dois Arthurs e Susan) como sempre ótimos! Conheci-o em 2008 e revi hoje!