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Duração
Em 1953, os irmãos Jacobo (Alain Hernández) e Kilian (Mario Casas) viajam até a ilha da Guiné Equatorial para trabalhar em uma plantação de cacau. No local, Kilian se apaixona por uma nativa, um amor proibido na época. Meio século depois, Clarence (Adriana Ugarte) descobre acidentalmente uma carta esquecida por anos que a faz viajar até a ilha onde seu pai, Jacobo, e seu tio moraram durante anos. Em um território exuberante, sedutor e periogoso, ela descobre os segredos da família, turbulências passadas que atingem o presente.
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Um grande novelão aos moldes das minisséries globais ou mesmo os novelões "dramalhonescos " mexicanos. Roteiro clichê, atuações lastimáveis, momentos constrangedores, motivações forçadas, choradeira desenfreada, resumindo tudo que uma novela tem de pior. Ainda assim, inegável o poder da direção de arte e da fotografia, e além de muita gente bonita então dá para assistir até o final ( com algum esforço).
Um dos melhores filmes que já vi!!!! Super indico para todos!! É longo, mas vc não verá o tempo passar!! Obs: Precisa-se ter uma noção e gostar de história( colonização, etc) para entender e contextualizar. O Filme é sensível, bem construído e desconstruído ( tem alguns buracos, e nesses momentos é vc que se questiona e direciona a história). Romance, drama, história e algumas cenas cômicas!!! Cenários belíssimos, boas atuações (Mario Casas entrega muito) ""Acredite e receba essa Arte de braços abertos"" Quando o filme acabar, vc só vai pensar em como não viu esse filmaço antes!!!!
Novelona mexicana que aposta em vários gêneros dentro do mesmo filme.Alguns dão certo,outros nem tanto.O romance e a aventura conseguem ser os principais motivos para ir até o final.A longa duração apresenta muita coisa e não torna o filme cansativo e desinteressante.No mais,a Fotografia e os belos lugares percorridos valem o ingresso.
>Assistido em 08 de Janeiro de 2022
-Dou nota 7/10
Filme espanhol de 2015, baseado no livro da romancista Maria Luz Gabás Arino, lançado em 2012. A história conta a saga de uma família em duas épocas distintas vividas na Guiné Espanhola que, no tempo desse conto, ainda era uma colônia africana da Espanha e se tornou a independente Guiné Equatorial apenas em 1968. Mário Casas é Kilian, um dos colonizadores da região que tem um romance proibido com Bisila (Berta Vasques), esposa de um nativo local. O filme tem uma fotografia excelente, o enredo é muito bom, e creiam meus amigos, sinceramente a história me prendeu tanto que eu não senti passarem duas horas e quinze do longa-metragem. Super recomendo, é um filme acima da média para ser assistido, se possível, em companhia do seu mozão.
Que filme belíssimo! Fiquei fascinada.