Panico no Lago 3 continua sofrendo da maldiçao do CGI ruim de que todos o filmes do canal SY-FY sofrem, monstros articficiais e que nao dao medo, mas aqui o diretor pareceu entender isso e na impossbilidade de gastar mais com efeitos melhores, ele investiu em cenas de açao tensas e eletrizantes, na segunda metade do filme temos otimas cenas de seres humanos encurralados, cercados ou se escondendo de Crocodilos Gigantes. Insere uma personagem recorrente que viria a se tornar recorrente na franquia, Reba(Yancy Butler), que aqui nessa primeira aparição eu achei super canastrona e sem carisma.
Se Lake Placid 2 parecia ter sido resgatado de uma lixeira de reciclagem, Lake Placid 3 pelo menos foi reembalado antes de ser jogado novamente no mercado. O CGI continua sendo um crime ambiental, os crocodilos parecem aberrações de outro planeta, e a lógica é uma entidade inexistente. Mas, surpreendentemente, a história dá um pequeno passo à frente – o que não é elogio, apenas uma constatação de que qualquer coisa é melhor do que o desastre anterior. Agora, em vez de uma velhinha maluca alimentando crocodilos, temos seu neto, que decide seguir a tradição de transformar répteis assassinos em bichinhos de estimação. Enquanto o pai – um zoólogo que investiga o sumiço de alces – acha que os crocodilos foram erradicados, o garoto os mantém bem alimentados. Paralelamente, temos a tradicional leva de figurantes destinados ao abate: turistas desavisados, caçadores ilegais, um xerife tentando manter a ordem e um adolescente tão obcecado pela ex-namorada que se torna a pessoa mais irritante do filme.
A cena de abertura já define o tom. Um casal, obviamente pelado, decide se divertir no lago – porque, aparentemente, ninguém nesta franquia acredita em roupas. No meio da ação, um crocodilo abocanha o pé do rapaz, e a dor faz com que ele se mova de um jeito que a namorada interpreta como um "up" na experiência. Sim, é esse o nível. Logo depois, ela também vira comida, porque Lake Placid 3 não se preocupa com coerência, mas pelo menos garante risadas involuntárias. Esse tipo de absurdo se espalha pelo filme: um xerife sendo arrastado para o rio dentro do carro, objeto aleatório sendo colocado entre os dentes da criatura e impedindo um ataque e até uma serra elétrica sendo usada contra a pele dura da criatura. Mas o auge do delírio vem quando os crocodilos invadem um supermercado e um posto de gasolina, transformando os estabelecimentos em buffets de carne humana.
Diferente do segundo filme, onde a repetição dos elementos do original parecia apenas uma cópia sem graça, aqui pelo menos tentam reinventar algumas coisas. A caçadora agora é uma mulher durona, que não perde a oportunidade de esfaquear as criaturas, e os turistas têm subtramas menos aleatórias. Até o idiota que quer reconquistar a ex gera entretenimento involuntário – principalmente porque sua obsessão é tão exagerada que, quando ele finalmente morre, a sensação é de alívio. O cara passa o filme inteiro colocando todo mundo em risco por causa de um término, e o mais hilário é que, quando ele finalmente vira comida de crocodilo, a ex-namorada mal reage. Ou seja, ele morreu à toa.
No fim das contas, Lake Placid 3 ainda é um filme ruim. O CGI continua podre, os crocodilos parecem monstros de borracha digitalizados, e o roteiro insiste em colocar dramas que nunca funcionam. Mas, ao menos, há um esforço maior para criar algo minimamente divertido. É tosco? Sim. É ridículo? Sem dúvida. Mas, se é para ver um crocodilo assassino digitalmente deformado atacando um carro, que pelo menos seja em um filme que abraça sua própria estupidez.
Apenas mais uma sequência desnecessária que foi lançada direto para vídeo, seguindo o padrão de qualidade dos lixos produzidos pelo canal Syfy.
Esse filme consegue a façanha de ser ainda mais tenebroso que a segunda parte, a história é patética e genérica com "defeitos" especiais que só servem como comédia involuntária. O nível do elenco é amador e desta vez até os nudes, que eram a única coisa que prestou no filme anterior, foram reduzidos...
Se é pra fazer esse tipo de palhaçada seria mais honesto admitir logo que é só uma paródia, mas preferem fingir que levam a sério o projeto.
Tô aproveitando que tô fazendo alguns trabalhos domésticos, já deixo os filmes rolando na sala pra ir fazendo os dois ao mesmo tempo. Só assim pra aguentar terminar essa franquia horrível. Se é pior que o primeiro não sei, mas sei que é tão ruim quanto. No começo pensei que seria filme porno, mas já nessa cena há um ataque bizonho que mostrava o que estaria por vir. Os peitinhos são a única coisa que presta aqui, do restante, elenco, cgi, roteiro, tudo ruim. Vamos para o próximo hahahaha
Num clima dos slasher, mas com crocodilos mto mal feitos.
Panico no Lago 3 continua sofrendo da maldiçao do CGI ruim de que todos o filmes do canal SY-FY sofrem, monstros articficiais e que nao dao medo, mas aqui o diretor pareceu entender isso e na impossbilidade de gastar mais com efeitos melhores, ele investiu em cenas de açao tensas e eletrizantes, na segunda metade do filme temos otimas cenas de seres humanos encurralados, cercados ou se escondendo de Crocodilos Gigantes. Insere uma personagem recorrente que viria a se tornar recorrente na franquia, Reba(Yancy Butler), que aqui nessa primeira aparição eu achei super canastrona e sem carisma.
Se Lake Placid 2 parecia ter sido resgatado de uma lixeira de reciclagem, Lake Placid 3 pelo menos foi reembalado antes de ser jogado novamente no mercado. O CGI continua sendo um crime ambiental, os crocodilos parecem aberrações de outro planeta, e a lógica é uma entidade inexistente. Mas, surpreendentemente, a história dá um pequeno passo à frente – o que não é elogio, apenas uma constatação de que qualquer coisa é melhor do que o desastre anterior. Agora, em vez de uma velhinha maluca alimentando crocodilos, temos seu neto, que decide seguir a tradição de transformar répteis assassinos em bichinhos de estimação. Enquanto o pai – um zoólogo que investiga o sumiço de alces – acha que os crocodilos foram erradicados, o garoto os mantém bem alimentados. Paralelamente, temos a tradicional leva de figurantes destinados ao abate: turistas desavisados, caçadores ilegais, um xerife tentando manter a ordem e um adolescente tão obcecado pela ex-namorada que se torna a pessoa mais irritante do filme.
A cena de abertura já define o tom. Um casal, obviamente pelado, decide se divertir no lago – porque, aparentemente, ninguém nesta franquia acredita em roupas. No meio da ação, um crocodilo abocanha o pé do rapaz, e a dor faz com que ele se mova de um jeito que a namorada interpreta como um "up" na experiência. Sim, é esse o nível. Logo depois, ela também vira comida, porque Lake Placid 3 não se preocupa com coerência, mas pelo menos garante risadas involuntárias. Esse tipo de absurdo se espalha pelo filme: um xerife sendo arrastado para o rio dentro do carro, objeto aleatório sendo colocado entre os dentes da criatura e impedindo um ataque e até uma serra elétrica sendo usada contra a pele dura da criatura. Mas o auge do delírio vem quando os crocodilos invadem um supermercado e um posto de gasolina, transformando os estabelecimentos em buffets de carne humana.
Diferente do segundo filme, onde a repetição dos elementos do original parecia apenas uma cópia sem graça, aqui pelo menos tentam reinventar algumas coisas. A caçadora agora é uma mulher durona, que não perde a oportunidade de esfaquear as criaturas, e os turistas têm subtramas menos aleatórias. Até o idiota que quer reconquistar a ex gera entretenimento involuntário – principalmente porque sua obsessão é tão exagerada que, quando ele finalmente morre, a sensação é de alívio. O cara passa o filme inteiro colocando todo mundo em risco por causa de um término, e o mais hilário é que, quando ele finalmente vira comida de crocodilo, a ex-namorada mal reage. Ou seja, ele morreu à toa.
No fim das contas, Lake Placid 3 ainda é um filme ruim. O CGI continua podre, os crocodilos parecem monstros de borracha digitalizados, e o roteiro insiste em colocar dramas que nunca funcionam. Mas, ao menos, há um esforço maior para criar algo minimamente divertido. É tosco? Sim. É ridículo? Sem dúvida. Mas, se é para ver um crocodilo assassino digitalmente deformado atacando um carro, que pelo menos seja em um filme que abraça sua própria estupidez.
Apenas mais uma sequência desnecessária que foi lançada direto para vídeo, seguindo o padrão de qualidade dos lixos produzidos pelo canal Syfy.
Esse filme consegue a façanha de ser ainda mais tenebroso que a segunda parte, a história é patética e genérica com "defeitos" especiais que só servem como comédia involuntária. O nível do elenco é amador e desta vez até os nudes, que eram a única coisa que prestou no filme anterior, foram reduzidos...
Se é pra fazer esse tipo de palhaçada seria mais honesto admitir logo que é só uma paródia, mas preferem fingir que levam a sério o projeto.
Tô aproveitando que tô fazendo alguns trabalhos domésticos, já deixo os filmes rolando na sala pra ir fazendo os dois ao mesmo tempo. Só assim pra aguentar terminar essa franquia horrível.
Se é pior que o primeiro não sei, mas sei que é tão ruim quanto.
No começo pensei que seria filme porno, mas já nessa cena há um ataque bizonho que mostrava o que estaria por vir.
Os peitinhos são a única coisa que presta aqui, do restante, elenco, cgi, roteiro, tudo ruim.
Vamos para o próximo hahahaha
17-04-2024