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Data de lançamento
24 Set. 2026Duração
Papaya, uma pequena semente na floresta amazônica apaixonada por voar, precisa estar sempre em movimento para não criar raízes. Mas quando descobre o poder de suas raízes, isso desencadeia uma revolução que transforma seu mundo e realiza seus sonhos de uma maneira inesperada.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
- muita criatividade fazer um filme inteiro sobre e no ponto de vista de uma semente de mamão
- bastante psicodélico, amei todas as cores e a vida que dá as plantas
- e claro, não pode nem deve perder a oportunidade de criticar o ser humano e o capitalismo, como eles destroem o meio ambiente
- não aguento a borboleta com asinhas de mamão, maravilhosa
Que grata surpresa, que filme terno e muito bem narrado (sem diálogos). Tive o extremo prazer de conversar com a diretora, em Brasília, e ela revelou-se uma pessoa muito sensível e crente ns valores que o filme apregoa: é pueril, mas não ingênuo. Adere a uma infância de deslumbramentos, mas não se furta à necessidade de denunciar aquilo que fere e assusta, em sentidos multiplamente ecológicos (inclusive afetivos). O modo como as figuras geométricas se estabelecem como personagens secundários do filme é estruturalmente inteligente e a sementinha Papaya é uma fofurinha. Amo as cores vivas, os animais expressivos, a crianda no lixão e o desfecho encantatório, onde a voz de Tulipa Ruiz ecoa na maravilhosa trilha musical de Talita del Collado. Filme encantador: ansioso para que estréie comercialmente e chegue a mais pessoas. Nas seções destinadas às crianças dos festivais em que foi exibido, o sucesso foi garantido, sobretudo em termos de inoculação discursiva, pró-natureza. A colaboração com Alê Abreu, em trabalhos prévios, é estilisticamente evidente. Adorei. Eu e minha mãe, aliás! (WPC>)