Papi Chulo

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Papi Chulo (2018)
Papi Chulo
Média do filme: 3.1 de 5 — baseado em 41 votos
MÉDIAFILMOW
3.1
41 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por John Butler (XVIII)
Data de lançamento 8 Set. 2018 Outras datas
Duração 98 min (1h38)
Status Em Breve

Dirigido por

Data de lançamento

8 Set. 2018

Duração

98 minutos
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Sinopse

Sean (Matt Bommer) é o apresentador do mapa do tempo da tv local em Los Angeles. Um dia, ele tem uma crise de nervos ao vivo, e é enviado pelo seus chefes para um descanso por um tempo. Sean mora sozinho, e está há um tempo separado de seu ex-namorado, Carlos. No deck da casa, Sean observa uma parte que necessita de pintura. Ele vai até uma loja comprar a tinta, e precisando de ajuda para pintar, ele contrata um mexicano free lancer imigrante, que aguarda na rua por bicos de trabalho, Ernesto (Alejandro Patiño). Ao trazer Ernesto para sua casa, Sean observa nele uma grande humanidade, e aos poucos, os dois se tornam grandes amigos. Mas Sean começa a misturar os sentimentos que tem por Ernesto pelo seu ex, Carlos, também mexicano.

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VisionQuest | Trailer Dublado

VisionQuest

Comentários 0
amigos querem ver
lifeoverdose
Mark
½
8 meses atrás

O título desse filme e sua capa, são sua surpresa e um distanciamento, sua ambiguidade é seu trunfo e o que pode te enviar uma ideia errada. Mas independente do que se diga, do que te chame atenção. Digo, de uma chance ao filme, pois, qualquer coisa que eu diga pode ser um spoiler.

Aqueles que pensarem que é uma comédia ("pastelão", "inteligente", "dark", etc..), não é! Aqueles que pensarem que é um filme "porra louca" de "luxuria", não! Também não é!

É um filme que achei bem bacana e me surpreendeu pela sua simplicidade básica, sabendo se amarrar com uma certa profundidade naquilo que se sente, não em trama, mas em personagem, sem ser cansativo ou pretencioso. Não ousa, mas se mantém firme em contar bem seu conto fechadinho em si mesmo, sabendo levar bem sua trama, de forma dinâmica, rápida, desenvolta, sem desperdiçar o meu/seu/nosso tempo.

Como disse, o título do filme é meio "tira gosto", estranho, e pode afastar as pessoas. "Chulo" aqui na minha terra tem um significado mais pejorativo/ruim, e não é o que "Ernesto" é. Ele não é burro, ignorante, preconceituoso, etc. Ele é uma pessoa comum, trabalhador ("pião", também sou!) em busca de seu ganha pão, e querendo ganhar a diária dele, acabando por se deixar levar pela situação "incomum".

O título cai mais pra gíria em espanhol para "bonitão", "Don Juan", etc. Mas também não condiz muito com o que o filme quer passar.

Não entendi muito bem o comentário do rapaz abaixo, pois "Ernesto" (Alejandro Patiño), apesar de estar bem e natural (acredito sendo ele mesmo), quase não aparece muito no filme por assim dizer, ele é mais uma "muleta/escada" para a estrela real do filme.

Sempre gostei do ator "Matt Bomer", desde a primeira vez que o vi em "Massacre da Serra Eletrica - O Início" de 2006, ele fica muito bem em suas produções, se dedica aos seus papeis, sendo bem subestimado. E aqui não faz feio, entregando um "Sean" cheio de nuances, contido, obsessivo, carismático, contemplativo, sabendo muito bem passar essa "falta de conexão com o mundo", amargura, frustração, carência, vulnerabilidade, tristeza, que seu personagem precisa, com carisma e olhar expressivo, ficando muito bem, passando por suas "fases" com maestria, prendendo a atenção. Sua solidão é tão grande que você sente, e consegue entender sua atitudes, para o bem ou para o mal. Você fica enjoado dele, sente pena, ao mesmo tempo se importa com ele, e sente até uma certa empatia por ele. Você pode até achar ele meio chato/tagarela, aproveitador, mas você vê que tem um cara legal ali, mas que está afundado em um estado de vazio, angústia e distância muito profundos, desesperado, tentando achar algum conforto em algo ou alguém. "Bomer" carrega o filme nas costas, acertando no tom de seu personagem. Quem gosta do ator, acredito que deva dar uma chance a fita.

E assim o filme se desenrola, um "parasitando o outro", com propósitos diferentes.

Há certas "críticas" a solidão de "L.A." (Los Angeles), que me lembrou até a frase do "Vincent", personagem do "Tom Cruise" em "Colateral", de 2004:

"A guy gets on the MTA here L.A. and dies. Think anybody'll notice?"
("Um cara entra no metrô aqui em Los Angeles e morre. Acha que alguém vai notar?")

Gostei da cena da festa também. Todos humanos, pessoas, conexões, mas a festa sempre acaba, voltamos a realidade, sozinhos em/com nós mesmos, lidando com isso cada um a sua maneira e circunstâncias. Onde o sol não bate é sempre mais frio, e a forma que lidamos com o dia a dia, com nossos universos particulares colidindo com outros, é difícil. Quem diz que "a vida é fácil", não é mesmo.

O filme passa reflexões interessantes. Mas não se engane, não é nada tão aprofundado, ou um filmaço, "arrasa quarteirões", ou uma "perola perdida". É UM FILME BEM SINGELO, "slice of life", sem nada de espalhafatoso.

Tem uns momentos descontraídos que da pra rir um pouco pela situação, ou pelo constrangimento, mas nada demais. Seu tema central é mais a solidão mesmo, e achei esses momentos bem satisfatórios.

Acho sim que o filme é "seguro" demais, "nem nem", nem ousa, nem arrisca. Põem algumas coisas em certos pontos pra constar, mais constatar e dizer "que tem", do que uma crítica (tom de denúncia) forte/incisiva a esses certos pontos específicos. Não é a proposta do filme, e o mesmo deixa claro de seu andamento até seu desfecho. Talvez nas mãos de algum diretor ou roteirista mais ousado pudesse render algo melhor nesse sentido (vide, "ousado" talentoso, inteligente, instigador, voraz, não "ousado" burro, afoito, preguiçoso, pretencioso/pra "causar"), porém, pode frustrar alguns. Mas não me incomodou, pois seu cerne narrativo principal tem início, meio e fim amarrados, e acho bem melhor fazer o que sabe fazer direito, do que ser "ousado" burro e mexer com o que não sabe, prejudicando a narrativa de forma errônea, usando temas sérios de forma negligente, sem propósito estrutural coeso, narrativo coerente, fluido, agregador. O simples bem feito e saber suas limitações é válido. Mas posso entender certos pontos. Notei, mas não prejudicou/incomodou. Enfim. Outra coisa é em relação ao seu "filtro" no início, que começa horrível, saturado demais, parece que está tudo brilhando, mas depois se "ajeita". Entendi o lance, mas é só pra ninguém tomar um susto e dropar o filme por "feiura".

Bem, é isso.

Visto em: 25-01-2026

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Tá em crise existencial? Se sentindo solitário, sem ninguém para ouvir o que tem a dizer?! Sem nada ou ninguém para se conectar? Quer uma ajuda profissional diferente?? Chame o "pedreiro" com o pretexto de um serviço, e passe a passear com ele por ai por umas diárias. Bizarro! mas não incomum (solidão, carência, tristeza, etc. é foda!). Essa é basicamente a ideia do filme. Eu poderia achincalhá-lo pela "idiotice", mas como falei, ele sabe se aprofundar até certo ponto, e achei que a sessão fluí de forma agradável, contando bem o que tem pra contar, e sabendo, habilmente, a hora de terminar. Ponto pra ele.

Bom/bonzinho entretenimento ("3 estrelas"/'2 estrelas e meia"), e mais uma meia pela minha surpresa e o não desperdício das minhas córneas.

fabricioisso
Fabs
5 anos atrás

o que salva a atuação do Ernesto e as ligações dele para esposa...

fabricioisso
Fabs
5 anos atrás

dá uma vergonha o Sean...

pipoo
Pipo
½
5 anos atrás

Esse filme é tão especial. Fala sobre tanta coisa de forma tão singela. Assistam que vale a pena.

djleotec
DjLeoTec
5 anos atrás

Para os mais sensíveis ficará claro a ternura e profundidade. A medida em que a História se desenvolve, chega a resultados surpreendentes. Ótima interpretação de Matt Bomer, quando acaba o filme você pode não querer se despedir do personagem. Boa fotografia.

editado
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Alejandro Patiño 0 2

Alejandro Patiño

(Ernesto)
Matt Bomer 116 1,4K

Matt Bomer

(Sean)
D'Arcy Carden 10 81

D'Arcy Carden

(Susan)
Glenn Taranto 0 1

Glenn Taranto

(News Anchor Kenny)
Irene White 0 0

Irene White

(Director)
Michelle Ortiz (II) 0 2

Michelle Ortiz (II)

(News Anchor Julia)

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