- é uma peça de teatro filmada, por isso a parte cinematográfica deixa a desejar, mas acerta em vários momentos que parece que estão mostrando uma situação real que acontece diariamente nas ruas - mesmo sem praticamente mudar o cenário, consegue fazer ficar mais sufocante a cada instante, os personagens estão em um lugar aparentemente aberto mas fica a impressão latente que estão presos naquele ponto da vida
Pass Over é um filme dirigido por Spike Lee e baseado em uma peça teatral de Antoinette Nwandu, que retrata a vida de dois jovens negros que vivem na periferia de Chicago e sonham com uma terra prometida, longe da opressão e da violência. O filme é uma adaptação moderna da peça Esperando Godot, de Samuel Beckett, e faz referências à Bíblia, à história dos Estados Unidos e à cultura afro-americana.
O filme se passa quase todo em um único cenário: uma esquina onde os protagonistas Moses (Jon Michael Hill) e Kitch (Julian Parker) conversam, brincam, discutem e esperam por algo que nunca chega. Eles são interrompidos apenas pela visita de dois personagens brancos: Mister (Ryan Hallahan), um homem rico e gentil que parece querer ajudá-los, mas que também revela seu racismo e sua ignorância; e Ossifer (Blake DeLong), um policial violento e cruel que os ameaça e os agride.
O filme é um drama intenso e impactante, que denuncia a situação de marginalização e vulnerabilidade dos negros nos Estados Unidos, especialmente diante da brutalidade policial. O filme também explora as questões existenciais dos personagens, que buscam um sentido para suas vidas e uma esperança para o futuro. O filme é bem dirigido por Spike Lee, que usa recursos como a câmera na mão, o zoom, o plano-sequência e o preto e branco para criar uma atmosfera de realismo e tensão. O filme também conta com boas atuações dos quatro atores, que conseguem transmitir as emoções e os conflitos dos personagens com naturalidade e expressividade.
O filme não é fácil de assistir, pois mostra cenas fortes de violência e sofrimento, além de usar uma linguagem coloquial e cheia de gírias. O filme também pode ser considerado repetitivo e monótono por alguns espectadores, pois tem pouca ação e muitos diálogos. No entanto, o filme é uma obra importante e necessária, que provoca reflexão e debate sobre o racismo e a desigualdade social nos Estados Unidos e no mundo.
Eu recomendo o filme para quem gosta de cinema engajado, de teatro adaptado e de Spike Lee. Eu dou quatro estrelas para o filme, pois achei que ele cumpriu bem o seu objetivo de denunciar uma realidade cruel e injusta, mas também me emocionou com a amizade e a fé dos personagens principais.
É uma peça teatral cinematográfica poderosa, importante e que significa o ato de sonhar e viver. Os dois personagens dialogam sobre seus sonhos, desejos, fazem piadas e se revoltam, tudo em questão de 1 dia. É marcante a posição e reação dos personagens brancos, suas metáforas e intervenções. São pautas muito debatidas à todo momento, e os diretores tem sucesso em transpor isso para a relação com os protagonistas, de forma que ressoa em algo natural e cultural dos dois ali, que dão conta de fazer a gente entender que eles possuem história.
Pass Over é um grito de socorro, um manifesto por paz, cuja forma se dá pela travessia imaginária de um teatro, mas que para quem assisti, a visão passada pelos dois amigos é tão real quanto a encenada.
- é uma peça de teatro filmada, por isso a parte cinematográfica deixa a desejar, mas acerta em vários momentos que parece que estão mostrando uma situação real que acontece diariamente nas ruas
- mesmo sem praticamente mudar o cenário, consegue fazer ficar mais sufocante a cada instante, os personagens estão em um lugar aparentemente aberto mas fica a impressão latente que estão presos naquele ponto da vida
Pass Over é um filme dirigido por Spike Lee e baseado em uma peça teatral de Antoinette Nwandu, que retrata a vida de dois jovens negros que vivem na periferia de Chicago e sonham com uma terra prometida, longe da opressão e da violência. O filme é uma adaptação moderna da peça Esperando Godot, de Samuel Beckett, e faz referências à Bíblia, à história dos Estados Unidos e à cultura afro-americana.
O filme se passa quase todo em um único cenário: uma esquina onde os protagonistas Moses (Jon Michael Hill) e Kitch (Julian Parker) conversam, brincam, discutem e esperam por algo que nunca chega. Eles são interrompidos apenas pela visita de dois personagens brancos: Mister (Ryan Hallahan), um homem rico e gentil que parece querer ajudá-los, mas que também revela seu racismo e sua ignorância; e Ossifer (Blake DeLong), um policial violento e cruel que os ameaça e os agride.
O filme é um drama intenso e impactante, que denuncia a situação de marginalização e vulnerabilidade dos negros nos Estados Unidos, especialmente diante da brutalidade policial. O filme também explora as questões existenciais dos personagens, que buscam um sentido para suas vidas e uma esperança para o futuro. O filme é bem dirigido por Spike Lee, que usa recursos como a câmera na mão, o zoom, o plano-sequência e o preto e branco para criar uma atmosfera de realismo e tensão. O filme também conta com boas atuações dos quatro atores, que conseguem transmitir as emoções e os conflitos dos personagens com naturalidade e expressividade.
O filme não é fácil de assistir, pois mostra cenas fortes de violência e sofrimento, além de usar uma linguagem coloquial e cheia de gírias. O filme também pode ser considerado repetitivo e monótono por alguns espectadores, pois tem pouca ação e muitos diálogos. No entanto, o filme é uma obra importante e necessária, que provoca reflexão e debate sobre o racismo e a desigualdade social nos Estados Unidos e no mundo.
Eu recomendo o filme para quem gosta de cinema engajado, de teatro adaptado e de Spike Lee. Eu dou quatro estrelas para o filme, pois achei que ele cumpriu bem o seu objetivo de denunciar uma realidade cruel e injusta, mas também me emocionou com a amizade e a fé dos personagens principais.
Peça de teatro filmada. Discute questões raciais (racismo). Acho que é um bom início para o Spike Lee, diretor.
Impactante!!! Críticas ao racismo estrutural são poderosas e marcadamente pesadas. Uma bela apresentação teatral, disponível no Amazon Prime Video.
É uma peça teatral cinematográfica poderosa, importante e que significa o ato de sonhar e viver. Os dois personagens dialogam sobre seus sonhos, desejos, fazem piadas e se revoltam, tudo em questão de 1 dia. É marcante a posição e reação dos personagens brancos, suas metáforas e intervenções. São pautas muito debatidas à todo momento, e os diretores tem sucesso em transpor isso para a relação com os protagonistas, de forma que ressoa em algo natural e cultural dos dois ali, que dão conta de fazer a gente entender que eles possuem história.
Pass Over é um grito de socorro, um manifesto por paz, cuja forma se dá pela travessia imaginária de um teatro, mas que para quem assisti, a visão passada pelos dois amigos é tão real quanto a encenada.