É incrível como Neil Breen consegue se superar em cada filme e em cada roteiro. A riqueza temática aliada às suas profundas reflexões sobre a humanidade, sobre a vida e sobre espiritualidade nos fazem refletir, pensar em quem somos e repensar nossos atos cotidianos. E claro, como uma inteligência artificial extremamente avançada, ele nos dá a direção: meditar e refletir. Ir ao alto de uma montanha e observar o que nos rodeia atentamente. Ao lado de Fateful Findings está Pass Thru, o que até agora considero como sendo um dos melhores que vi no ano. Desejo felicidade e sucesso a esse senhor, pois agora me preparo para aguardar ansiosamente Twisted Pair, que promete, além do filme, um documentário de duas horas. Haja coração!
Mesmo sendo mais curto, acho que eu gostei mais de Fateful Findings do que este aqui, porque pelo menos em Fateful Findings eu consegui achar algum rastro de trama lá pros 50 minutos. A única coisa que me passava pela cabeça enquanto eu assistia era "Por que?". A mesma coisa de quando eu assisti "The Fat Spy". Eu brinco, mas "The Fat Spy" é uma puta obra-prima comparado a este filme.
Vemos aqui um Breen mais maduro que largou sua influencia da Nouvelle Vague quando se utilizava de stock footage em sua montagem, assim permitindo que seu próprio estilo se sobreponha as colagens filmadas por outrém - ainda que mantendo suas raízes com o uso de stock music. Neil Breen continua o mestre, com sua filmografia invejavel. Pass Thru discute imigração, justiça com as próprias mãos, misticismo, ética, viagem no tempo e preconceito; uma riqueza temática que é pra poucos.
É incrível como Neil Breen consegue se superar em cada filme e em cada roteiro. A riqueza temática aliada às suas profundas reflexões sobre a humanidade, sobre a vida e sobre espiritualidade nos fazem refletir, pensar em quem somos e repensar nossos atos cotidianos. E claro, como uma inteligência artificial extremamente avançada, ele nos dá a direção: meditar e refletir. Ir ao alto de uma montanha e observar o que nos rodeia atentamente. Ao lado de Fateful Findings está Pass Thru, o que até agora considero como sendo um dos melhores que vi no ano. Desejo felicidade e sucesso a esse senhor, pois agora me preparo para aguardar ansiosamente Twisted Pair, que promete, além do filme, um documentário de duas horas. Haja coração!
Mesmo sendo mais curto, acho que eu gostei mais de Fateful Findings do que este aqui, porque pelo menos em Fateful Findings eu consegui achar algum rastro de trama lá pros 50 minutos.
A única coisa que me passava pela cabeça enquanto eu assistia era "Por que?". A mesma coisa de quando eu assisti "The Fat Spy".
Eu brinco, mas "The Fat Spy" é uma puta obra-prima comparado a este filme.
Vemos aqui um Breen mais maduro que largou sua influencia da Nouvelle Vague quando se utilizava de stock footage em sua montagem, assim permitindo que seu próprio estilo se sobreponha as colagens filmadas por outrém - ainda que mantendo suas raízes com o uso de stock music.
Neil Breen continua o mestre, com sua filmografia invejavel. Pass Thru discute imigração, justiça com as próprias mãos, misticismo, ética, viagem no tempo e preconceito; uma riqueza temática que é pra poucos.