Encantador! O que gostei na história é que ela mostra que o amor nem sempre é grandioso ou barulhento. Às vezes ele aparece em gestos simples, em renúncias e na decisão de permanecer ao lado de alguém mesmo quando a vida fica difícil. Uma característica marcante dos romances asiáticos é que eles costumam dar muito mais espaço para os sentimentos serem construídos aos poucos do que para demonstrações explícitas de romance. Quando os créditos sobem, fica aquela sensação boa, mas também um pouquinho de saudade dos personagens. Realmente achei um encanto. “Acho que consigo viver assim graças à luz que você me deu. Um dia, eu sei que nos encontraremos novamente. Espero que você fique bem até lá.” -snif-
Diálogos lindos, a perspectiva da solidão de cada um mostrada de forma bem sensível, três artistas presos em corpos de funcionários de departamento lidando com a passagem do amor ou a falta dele
O carinha da sinopse estava com o pagamento atrasado. Não fez questão de dar uma força no filme. O primeir diálogo é para desistir: — [cara de quem está mentindo] Eu não gosto de você. Eu te amo! — [cara de otária] Nós vamos nos casar? Depois parece que vira outro filme e aí, sim, começa, um romancezinho teen, típico de filmes asiáticos. A garota nem é tão feia, deram um jeito de deixar ela tronxa, tipo como faziam com a Chiquinha, que era muito bonita, por sinal. O film é bom, devo reconhecer. Mas não faz o meu gênero. A filosofia do carinha coadjuvante é a melhor parte. Uma figura
Encantador! O que gostei na história é que ela mostra que o amor nem sempre é grandioso ou barulhento. Às vezes ele aparece em gestos simples, em renúncias e na decisão de permanecer ao lado de alguém mesmo quando a vida fica difícil. Uma característica marcante dos romances asiáticos é que eles costumam dar muito mais espaço para os sentimentos serem construídos aos poucos do que para demonstrações explícitas de romance. Quando os créditos sobem, fica aquela sensação boa, mas também um pouquinho de saudade dos personagens. Realmente achei um encanto. “Acho que consigo viver assim graças à luz que você me deu. Um dia, eu sei que nos encontraremos novamente. Espero que você fique bem até lá.” -snif-
Diálogos lindos, a perspectiva da solidão de cada um mostrada de forma bem sensível, três artistas presos em corpos de funcionários de departamento lidando com a passagem do amor ou a falta dele
O carinha da sinopse estava com o pagamento atrasado. Não fez questão de dar uma força no filme. O primeir diálogo é para desistir:
— [cara de quem está mentindo] Eu não gosto de você. Eu te amo!
— [cara de otária] Nós vamos nos casar?
Depois parece que vira outro filme e aí, sim, começa, um romancezinho teen, típico de filmes asiáticos. A garota nem é tão feia, deram um jeito de deixar ela tronxa, tipo como faziam com a Chiquinha, que era muito bonita, por sinal.
O film é bom, devo reconhecer. Mas não faz o meu gênero. A filosofia do carinha coadjuvante é a melhor parte. Uma figura
Não acho que os personagens foram bem desenvolvidos. Sem falar naquele final..
ficou parecendo que não tinham como pensar em algo decente e resolveram matar o cara "pra resolver"
chorei muito pqp