Acompanha Mona, uma mulher de 60 anos que está em um momento da vida em que quer começar a cuidar de si mesma. Mas quando seu filho deficiente tem um bebê inesperado, ela tem outra responsabilidade para lidar.
Boa estreia na direção da Anne-Sophie Bailly. No entanto, em um filme que “termina várias vezes”, acho que eu preferia outro dos vários finais que o filme tem (a família andando na rua é tão significativo…).
Outra boa estreia nos cinemas brasileiros de um filme de drama, também uma fita de arte com mulheres fortes e dirigida por uma cineasta. Exibido no Festival de Veneza de 2024, na Mostra Orizzonti, é o primeiro longa da diretora francesa Anne-Sophie Bailly; aqui ela retrata os dias angustiantes de Mona (Laure Calamy), uma mulher de quase 50 anos, separada do marido, que vive com o filho Joel (Charles Peccia), um jovem neurodivergente. Eles têm uma relação de forte proteção e cuidado um com o outro, compartilhando sentimentos e a mesma rotina. Até que uma notícia abala aquela pequena família – Joel engravidou a namorada, Océane (Julie Froger), uma garota que acabou de conhecer e que também é neurodivergente. Com trama conduzida corretamente com momentos de afeto e tensão, traz um trabalho exímio dos atores centrais, com destaque para o trio, Laure Calamy (dos filmes ‘Contratempos’ e ‘Minhas férias com Patrick’), Charles Peccia e Julie Froger. Traz uma discussão atual, sobre as novas relações de pais com seus filhos com autismo e outros transtornos do neurodesenvolvimento. Um filme delicado, pessoal e muito bonito, que poderá tocar fundo nas pessoas. Nos cinemas brasileiros pela Filmes do Estação. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspot
Boa estreia na direção da Anne-Sophie Bailly. No entanto, em um filme que “termina várias vezes”, acho que eu preferia outro dos vários finais que o filme tem (a família andando na rua é tão significativo…).
Outra boa estreia nos cinemas brasileiros de um filme de drama, também uma fita de arte com mulheres fortes e dirigida por uma cineasta. Exibido no Festival de Veneza de 2024, na Mostra Orizzonti, é o primeiro longa da diretora francesa Anne-Sophie Bailly; aqui ela retrata os dias angustiantes de Mona (Laure Calamy), uma mulher de quase 50 anos, separada do marido, que vive com o filho Joel (Charles Peccia), um jovem neurodivergente. Eles têm uma relação de forte proteção e cuidado um com o outro, compartilhando sentimentos e a mesma rotina. Até que uma notícia abala aquela pequena família – Joel engravidou a namorada, Océane (Julie Froger), uma garota que acabou de conhecer e que também é neurodivergente. Com trama conduzida corretamente com momentos de afeto e tensão, traz um trabalho exímio dos atores centrais, com destaque para o trio, Laure Calamy (dos filmes ‘Contratempos’ e ‘Minhas férias com Patrick’), Charles Peccia e Julie Froger. Traz uma discussão atual, sobre as novas relações de pais com seus filhos com autismo e outros transtornos do neurodesenvolvimento. Um filme delicado, pessoal e muito bonito, que poderá tocar fundo nas pessoas. Nos cinemas brasileiros pela Filmes do Estação. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspot