Depois de sofrer nas mãos do marido violento, Pilar pega o filho Juan e foge para o apartamento da irmã numa noite de inverno. Mas o menino sente falta do pai, e Pilar sabe que mais cedo ou mais tarde Antonio irá atrás deles.
Bollaín é um diretor que adora tocar em assuntos realistas e pesados.Tudo é muito complicado de acompanhar aqui.De acordo que se aproxima do fim,a tormenta vai aumentando e ótimas atuações e momentos surgem a partir daí.
Uma boa surpresa. Baixei sem saber nada sobre, só pela presença do Luis Tosar. E a cada filme que assisto, mais me prova da sua alta qualidade e versatilidade de papéis. O tema é incrivelmente bem abordado. Tantas mulheres sofrem com a violência doméstica e se encontram presas a esse amor doentio recíproco. Uma das poucas vezes que vi no cinema essa temática tão bem retratada. O cinema espanhol tem algo que ainda não consegui decifrar, algo que é extremamente agradável, talvez seja a fluidez dos enredos, talvez seja a fotografia, talvez as atuações espontâneas.
É surpreendente saber que a estória relatada neste filme é um fato, uma realidade, para muitas mulheres que, na maioria dos casos, sofrem silenciosamente nas mãos daqueles que "dizem" amá-las. Amam-nas tanto que chegam a matá-las. É uma situação que só escandalizando, para vir a público, como ótima maneira, temida, para desmascarar os "machões", que encontram na privacidade de quatro parede e no pavor silencioso das mulheres coragem para agredi-las. Laia Marull incorpora o seu personagem de forma impressionante a ponto de fundir-se a ele
Romance?
Isso é drama com terror psicológico...
05.07.2025
Faltou só a morte daquele canalha.
Bollaín é um diretor que adora tocar em assuntos realistas e pesados.Tudo é muito complicado de acompanhar aqui.De acordo que se aproxima do fim,a tormenta vai aumentando e ótimas atuações e momentos surgem a partir daí.
>Assistido em 16 de Abril de 2022
-Dou nota 8/10
Uma boa surpresa. Baixei sem saber nada sobre, só pela presença do Luis Tosar. E a cada filme que assisto, mais me prova da sua alta qualidade e versatilidade de papéis.
O tema é incrivelmente bem abordado. Tantas mulheres sofrem com a violência doméstica e se encontram presas a esse amor doentio recíproco. Uma das poucas vezes que vi no cinema essa temática tão bem retratada.
O cinema espanhol tem algo que ainda não consegui decifrar, algo que é extremamente agradável, talvez seja a fluidez dos enredos, talvez seja a fotografia, talvez as atuações espontâneas.
É surpreendente saber que a estória relatada neste filme é um fato, uma realidade, para muitas mulheres que, na maioria dos casos, sofrem silenciosamente nas mãos daqueles que "dizem" amá-las. Amam-nas tanto que chegam a matá-las. É uma situação que só escandalizando, para vir a público, como ótima maneira, temida, para desmascarar os "machões", que encontram na privacidade de quatro parede e no pavor silencioso das mulheres coragem para agredi-las. Laia Marull incorpora o seu personagem de forma impressionante a ponto de fundir-se a ele