Uma voz que afirma pertencer a um hipopótamo. Uma voz que não entende a percepção do tempo. Pepe, o primeiro e único hipopótamo morto nas Américas, conta sua história.
De forma criativa, contemplativa, e com muitas camadas, o filme coloca o hipopótamo no eixo central para se delongar em questões antropológicas, ecológicas e filosóficas, tudo tão originalmente simples e inusitado, mas com um ótimo resultado. Boa pedida para que gosta de filmes sensoriais e com intercalação comparativa ( técnicas onde diferentes planos ou cenas são habilmente combinados para criar uma narrativa fluida e envolvente).
Gostei bastante da forma que o filme vai fluindo. Tem uma dinâmica bem fora do comum, mas a direção é ótima e tem uma história envolvente.
De forma criativa, contemplativa, e com muitas camadas, o filme coloca o hipopótamo no eixo central para se delongar em questões antropológicas, ecológicas e filosóficas, tudo tão originalmente simples e inusitado, mas com um ótimo resultado. Boa pedida para que gosta de filmes sensoriais e com intercalação comparativa ( técnicas onde diferentes planos ou cenas são habilmente combinados para criar uma narrativa fluida e envolvente).
Cheio de sabedoria cômica e realismo absurdista