Naoufel (Hakim Faris) é um jovem apaixonado por Gabrielle (Victoire Du Bois). Enquanto isso, em outra parte da cidade, uma mão decepada escapa de um laboratório de dissecação, determinada a encontrar seu corpo novamente.
A ideia é muito interessante e diferenciada. O começo eu achei bem cansativo, mas os últimos 30 minutos são ótimos, aliás, as últimas cenas me deram muita aflição.
Que linda essa animação. Eu esperava algo completamente diferente e fui surpreendido. Foi bem mais diferente do que imaginei (rsrs). Fiquei apreensivo em vários momentos, mesmo acompanhando uma mão decepada, você fica na expectativa de que ela "encontre" o corpo.
Algumas coisas precisam ficar para trás ou em algum momento, somos nós que iremos. Como para todo sonho, a expectativa, se não adaptada a realidade, pode-se tornar uma grande armadilha para o retrocesso pessoal e profissional.
Sofri um acidente de trânsito há cerca de um mês, onde: a) fui em comércio que não estava programado para ir naquele momento; b) um cliente deixou passar a vez dele e me atenderam primeiro; c) no caminho de volta de lá, eu tenho duas opções, escolhi a que vou 10% das vezes; d) nesse caminho utilizei uma faixa que raramente utilizo e por fim, um carro , em fração de segundos me atingiu (os ocupantes do carro não moram na cidade, decidiram vir passear), me causando escoriações e uma fratura.
É sobre isso que versa esse filme, as pequenas decisões e acontecimentos na nossa vida, que na soma ("A mosca do Destino") levam aos fatos.
O roteiro mereceria algo anfetaminado, não contemplativo, e esse é o seu único porém.
Achei um baita filme bonito, lembra um pouco "Sonhos de Trem".
A ideia é muito interessante e diferenciada. O começo eu achei bem cansativo, mas os últimos 30 minutos são ótimos, aliás, as últimas cenas me deram muita aflição.
Um cínico, deprimente, e trágico relato contra o livre arbítrio... denúncia contra nossa arrogância, e ao desprezo ao poderoso acaso... 🙄🙄🙄
Que linda essa animação. Eu esperava algo completamente diferente e fui surpreendido. Foi bem mais diferente do que imaginei (rsrs).
Fiquei apreensivo em vários momentos, mesmo acompanhando uma mão decepada, você fica na expectativa de que ela "encontre" o corpo.
Algumas coisas precisam ficar para trás ou em algum momento, somos nós que iremos.
Como para todo sonho, a expectativa, se não adaptada a realidade, pode-se tornar uma grande armadilha para o retrocesso pessoal e profissional.
Sofri um acidente de trânsito há cerca de um mês, onde: a) fui em comércio que não estava programado para ir naquele momento; b) um cliente deixou passar a vez dele e me atenderam primeiro; c) no caminho de volta de lá, eu tenho duas opções, escolhi a que vou 10% das vezes; d) nesse caminho utilizei uma faixa que raramente utilizo e por fim, um carro , em fração de segundos me atingiu (os ocupantes do carro não moram na cidade, decidiram vir passear), me causando escoriações e uma fratura.
É sobre isso que versa esse filme, as pequenas decisões e acontecimentos na nossa vida, que na soma ("A mosca do Destino") levam aos fatos.
O roteiro mereceria algo anfetaminado, não contemplativo, e esse é o seu único porém.