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Mark é um rapaz rico e rebelde que se envolve num grave acidente ao dirigir bêbado. Dori é uma aspirante a atriz e cantora que se vê aos poucos mergulhada num quadro de esquizofrenia, perdendo todo o contato com o mundo ao seu redor. Pressionados por suas famílias, Mark se alista na Marinha e Dori é admitida num hospital psiquiátrico.
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Uma estrela para a música "96 Tears" dos Stranglers.
Nunca consegui "comprar" essa Rachael Leigh Cozinheira.
J. Tucker é outro ator que me irrita só de olhar pra cara dele.
Carrie Fisher e Val Kilmer fazem boas participações, só isso.
Tem uns altos e baixo na trama, umas boberinhas.... mas tem algo muito intenso e emocional que fazem valer o filme... uma elaboração mais concisa/lapidada, nossaaa renderia um filmão.
Nos 30 primeiros minutos é confuso, perdido, mal conduzido, raso, e entediante. Mas depois engata, empolga e fica bom.
Como esse drama é baseado em fatos reais, fiquei curioso em saber quem é a atriz (que deve ser conhecida) retratada na trama e que chegou a atuar em filmes no cinema. Pelo que li, o diretor Revenge Anselmo fez mistério sobre a identidade dessa atriz. Achei que além da protagonista ser esquizofrênica, a primeira metade do filme também foi esquizofrênica (história confusa e mal conduzida), e só melhorou na segunda metade quando os protagonistas engataram o romance. No geral, é um filme muito irregular.
Não conhecia e vi quando a Rede Brasil o exibiu. A história tem um bom ponto de partida e vai deixando a impressão de ter um potencial muito além de seu desenvolvimento. É interessante e um tanto intenso, mas faltou algo mais, faltou mais força e emoção à história de Dori e Mark. Mas ainda assim tem seus bons momentos, principalmente graças a Rachael Leigh Cook, ótima numa personagem difícil e inconstante, mas ao mesmo tempo doce e cativante. Jonathan Tucker e Agnes Brucker reforçam as atuações e o elenco secundário tem bons nomes, como Carrie Fisher, Joe Mantegna e Diane Venora.