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O evangelista John Luther (James Remar) é o último bastião religioso no meio político dos Estados Unidos e, vítima de uma emboscada, acaba envolvido no assassinato de uma adolescente. Perseguido pela lei e até mesmo por antigos aliados, ele inicia uma cruzada pela verdade enquanto toda comunidade cristã americana torna-se alvo de detratores.
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Última aparição como ator para Dean Stockwell.
Frank Stallone foi considerado para o papel de Jesus, mas desistiu antes do início da produção.
Filme chato! Ruim!
O filme fala sobre um futuro distópico nos EUA. O Governo quer aprovar uma lei chamada “Lei da fé” criada pelo senador Donald Harrison. A proposta é que o Governo ajude financeiramente as igrejas e templos em geral que aceitarem deixar de pregar que são a Única Verdade a fim de construírem uma sociedade mais próspera e pacífica.
Entretanto, um tele-evangelista famoso chamado John Luther, que é líder de uma grande denominação, não aceita se comprometer com o governo na aprovação dessa lei. Ele deixa claro que continuará pregando que Jesus Cristo é o Único Caminho para a Salvação e despreza os supostos privilégios oferecidos pelo Governo.
O senador Donald arma para que Luther seja acusado de matar uma adolescente e ele precisa fugir porque está sendo caçado em todo o país. Ele é ajudado por um padre chamado Charlie que diz ser seu pai.
Eu achei estranho porque pensava que padres não podiam ser pais e supus que a tradução havia errado, que seria uma espécie de “paternidade espiritual”. Pesquisei e entendi que homens na Igreja Católica podem se ordenar padres depois de já terem sido casados, e a proibição de namoros e casamentos é apenas depois da ordenação.
O filme é excelente e apesar de uma lei dessas parecer irreal, assim como acontece em outros filmes que resenhei nessa postagem, as bases dela não estão tão distantes assim da nossa realidade. Como diz o padre Charlie: “É um Movimento Político Poderoso baseado na Mentira”. Totalmente familiar...
Como crítica negativa, reproduzo apenas o questionamento do site Aleteia que é bem pertinente: “Por que cargas d’água Luther e uns poucos padres católicos seriam as únicas pessoas do país a se incomodarem com uma lei que limita a liberdade religiosa? Cadê todos os outros cristãos, judeus, muçulmanos e fiéis de quaisquer outras religiões?”.
Não tenho mais nada para falar sem dar spoilers, mas deixarei o link de uma análise muito bem feita que traduz alguns dos pensamentos que tive:
Spoilers:
O padre Charles é assassinado e John Lutther busca provas pra provar sua inocência. No final, rompe de vez com a denominação que pastoreava porque a alta cúpula se uniu com o governo. Então mostra que ele vai fazer um discurso, mas acaba o filme.
Assistível !
Tão ruim que não sei o que falar.