Após uma estada de oito meses em um hospital psiquiátrico, um homem atormentado retorna à sua casa para viver com sua irmã, mas uma pessoa misteriosa pode estar querendo matá-lo.
Tem uma ambientação boa, mas o ritmo é bastante lento.
Vale pelo elenco talentoso, que tem Anthony Perkins vivendo mais um personagem perturbado, que se tornou sua especialidade desde "Psicose" e Julie Harris, além de Joan Hackett, num personagem sem muita importância.
imaginei que o misterioso inquilino não tivesse existido em nenhum momento mas segundo a carta que Katherine manda para o irmão, ele realmente recebera o verdadeiro Harold, que decide não alugar o quarto, e então ela resolve incorporar o personagem para se vingar do irmão. Estava mais que claro que era ela que asssustava o irmão, querendo vingar a morte do pai, a quem adorava.
Antigamente, passava bastante filmes que eram produzidos pela TV americana nas emissoras abertas aqui no Brasil. Geralmente, os filmes produzidos por TVs americanas eram roteiros e enredos simples, curtos e coesos em suas narrativas e com elenco até chamativo com alguns astros e estrelas com bons atores. Em Pesadelo Trágico, Anthony Perkins vive mais um personagem perturbado em sua carreira (pareceu ser uma constante a galeria de tantos personagens transtornados que ele interpretou). Seu personagem passa por um trauma, perdendo parte de sua visão e, após anos internado num hospital psiquiátrico, retorna à casa onde morou e lá terá lembranças nada agradáveis e há alguém querendo pertubá-lo. O enredo de mistério e suspense é bem típico destes telefilmes. Confesso que esperava mais deste título, achei-o lento com alguns bons momentos. O elenco até tenta dar uma guinada no filme, mas o roteiro simplório demais não ajuda muito, tendo muitos momentos de diálogos e, ao mesmo tempo,cenas sem fala e pouco desenvolvimento da estória. Já vi muitos outros telefilmes superiores a este título. Mas, ainda assim, vale uma olhadela.
Tem uma ambientação boa, mas o ritmo é bastante lento.
Vale pelo elenco talentoso, que tem Anthony Perkins vivendo mais um personagem perturbado, que se tornou sua especialidade desde "Psicose" e Julie Harris, além de Joan Hackett, num personagem sem muita importância.
A trama é bastante previsível embora
imaginei que o misterioso inquilino não tivesse existido em nenhum momento mas segundo a carta que Katherine manda para o irmão, ele realmente recebera o verdadeiro Harold, que decide não alugar o quarto, e então ela resolve incorporar o personagem para se vingar do irmão. Estava mais que claro que era ela que asssustava o irmão, querendo vingar a morte do pai, a quem adorava.
O final sem surpresas é protocolar mas
fiquei sem entender porque após ter sua cegueira curada quando é atacado pela irmã, na cena final Allan volta a não enxergar.
Vale a pena pelo clima de mistério típico dos anos 70 e pelo Anthony Perkins ❤️
Visto em 27/10/23
Antigamente, passava bastante filmes que eram produzidos pela TV americana nas emissoras abertas aqui no Brasil. Geralmente, os filmes produzidos por TVs americanas eram roteiros e enredos simples, curtos e coesos em suas narrativas e com elenco até chamativo com alguns astros e estrelas com bons atores.
Em Pesadelo Trágico, Anthony Perkins vive mais um personagem perturbado em sua carreira (pareceu ser uma constante a galeria de tantos personagens transtornados que ele interpretou). Seu personagem passa por um trauma, perdendo parte de sua visão e, após anos internado num hospital psiquiátrico, retorna à casa onde morou e lá terá lembranças nada agradáveis e há alguém querendo pertubá-lo.
O enredo de mistério e suspense é bem típico destes telefilmes. Confesso que esperava mais deste título, achei-o lento com alguns bons momentos. O elenco até tenta dar uma guinada no filme, mas o roteiro simplório demais não ajuda muito, tendo muitos momentos de diálogos e, ao mesmo tempo,cenas sem fala e pouco desenvolvimento da estória.
Já vi muitos outros telefilmes superiores a este título. Mas, ainda assim, vale uma olhadela.