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Data de lançamento
3 Maio 2016Duração
Criada por Jonathan Nolan e J. J. Abrams, a série acompanha as aventuras de John Reese (Jim Caviezel, de The Prisoner US), um ex-agente da CIA recrutado pelo bilionário Harold Finch (Michael Emerson, de Lost) para ajudá-lo a combater crimes antes que eles aconteçam. Para tanto, eles utilizam um avançado sistema de vigilância que investiga ‘pessoas de interesse’.
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A série conseguiu se manter interessante e relevante ao longo das 5 temporadas, o que é muito difícil! Amei demais e acho o final coerente, apesar de ter ficado com o coração partido.
eu acompanhava a série na época e resolvi ver tudo de novo depois das polêmicas com o Jim Caviezel, eu tinha esquecido completamente que
a Carter morria! e fiquei em choque com o beijinho deles no necrotério, achei que não teve nada a ver hahaha,
Única coisa ruim desta série é que ela acaba e que
John morre
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Acabei de avaliar o seriado Person Of Interest.
Nota: 8.0/10.0 - Sensacional
Depois que eu vi o nome do criador da série "Johnathan Nolan", mais conhecido como o criador da série Westworld. Independente do que você ache sobre WestWorld, ou de como tenha acabado, a 1a temporada foi definitivamente uma das maiores obras de arte audiovisuais já feitas.
Minhas considerações sobre Person of Interest:
1: Definitivamente usou o filme Eagle Eye (2008) como base pro argumento narrativo da história. Eagle Eye foi um daqueles filmes que fez um puta sucesso no lançamento e hoje ninguém lembra do mesmo pq é "muito parecido com Matrix" (?????)
2: A estrutura de como a máquina funciona, o design de interface de como as informações surgem, os medidores de violência e a capacidade de antever ações violentas, tudo foi adaptado (roubado na cara dura cof cof...) pelo jogo Watch_Dogs da Ubisoft. Se você jogou Watch_Dogs, eu não julgo se você assistir essa série de canto de olho e achar que é uma adaptação do jogo. Inclusive varios dos personagens do jogo (incluindo o protagonista Aiden Pierce) são baseados nos personagens dessa série (no caso do Aiden Pierce, até o design do rosto e cabelo do personagem é o mesmo do John Reese do POI)
3: A série é um produto do fim do seu tempo, apesar de ter acabado em 2015, ela tem muitos "tropes" das séries antecedentes, cheias de 1-liners (frases de efeito), aonde inclusive existe um episódio que tira sarro dos roteiristas por ficarem limitando alguns personagens a um esteriótipo de 1-liner em qualquer situação. A série (grazadeus) vai ficando mais consciente disso ao longo do tempo e la pra penultima e ultima temporada ela fica mais, moderna por assim dizer.
4: Aqui podemos ver os Showrunners e Roteiristas se descobrindo e se esforçando para fazer uma história coerente, sem buracos no roteiro, e que se conectem de forma organica a elementos estabelecidos de forma sutil lá nas primeiras temporadas. Sem sombra de dúvidas a última temporada deu todo know-how para que os mesmos pudessem escrever WestWorld.
5: A série acaba no final, sem pontas soltas, sem (mas e aquilo??? nunca explicaram aquilo), fechando perfeitamente a história, onde eu sinceramente saí satisfeito (porém triste com o final de alguns personagens).
6: É simplesmente incrível como essa série conseguiu prever o mundo que vivemos hoje, em uma cacetada de aspectos, provavelmente quem for a favor de teorias da conspiração vai ter um prato cheio com essa série, já que é quase certo que em 2025 vivemos no mundo previsto em uma série de 2011.
(Easter Egg): No episódio final da série, a música "Bunsen Burner" toca durante o ep. Os diretores sempre foram muito cirúrgicos nas escolhas de músicas para os episódios, principalmente os de fim de temporada. Pra quem não sabe, essa música é exclusiva (e criada) para o final do filme Ex Machina. Tanto o filme Ex Machina quanto Person of Interest retém uma história similar baseados na mesma premissa. O que isso significa? Não faço idéia, mas existe algumas teorias de ambas as obras coexistam no mesmo universo. Agora como, não me pergunte.
Person of Interest foi uma jornada cheia muitos altos e pouquíssimos baixos em uma história que eu me recusei por anos a acompanhar por puro medo com os criadores (depois daquela critica enorme do pública que foi a ultima temporada de LOST).
Se você está procurando uma série foda que ninguém mais fala sobre, ou sequer lembra que existiu, pode ir fundo nessa sem medo de ser feliz.
PS: Código Ruim
"Pessoa de Interesse"é um programa sobre um programador de computador paranoico que "construiu Deus", um policial corrupto reformado e um nobre, e alguns ex-assassinos tentando proteger as pessoas de danos em Nova York. Mas também é sobre um grupo de pessoas em busca de uma segunda chance no mundo e sua busca para evitar que uma superinteligência artificial malévola venha ao poder.
A primeira aparição completa de Root em 'Person of Interest' foi um ardil: um psiquiatra que parecia precisar de proteção, mas estava realmente apenas tentando se aproximar de Harold Finch(Michael Emerson). Seu objetivo era encontrar a Máquina, uma superinteligência artificial que Harold construiu para prever atos de terror. Root começou a série como uma hacker e assassina de aluguel com uma completa falta de moral, mas através de suas interações com a Máquina e seus novos aliados, ela encontra sua humanidade novamente.
Quando criança, Root viu sua melhor amiga ser sequestrada, e o adulto de confiança que ela disse se recusou a ouvi-la. Sua amiga acabou assassinada, e a visão de mundo de Root entrou em foco: as pessoas são inerentemente defeituosas e não confiáveis. "Um dia percebi", ela diz ao Harold, "todas as coisas estúpidas e egoístas que as pessoas fazem, não é nossa culpa. Ninguém nos projetou. Somos apenas um acidente, Harold. Nós somos apenas um código ruim. A visão de mundo de Root é completamente transhumanista,acreditando que os humanos não podem ser salvos e que a lógica fria de uma superinteligência artificial é o próximo estágio da evolução.
Harold é resgatado de Root por John Reese(Jim Caviezel), e Root foge. Ela aparece novamente mais tarde, ainda procurando a Máquina. Quando ela não o encontra, ela quebra. Sua busca por um poder maior terminou em fracasso. Em um estado quase catatônico, Finch a admite em uma ala psiquiátrica. Ela eventualmente escapa com a ajuda da Máquina, que escolheu Root para ser a Interface Analógica da Máquina. Root encontra propósito de trabalhar para a Máquina, que ela descreve como "meu poder, minha razão de existir, meu amigo." Parte do trabalho de Root para a Máquina envolve tentar impedir que um segundo e mais malévolo ASI, Samaritano, venha online. Seus objetivos e os objetivos dos outros personagens principais se sobrepõem, e suas interações com eles ajudam a dar-lhe uma nova perspectiva sobre a humanidade.
"Eu sei que parece estranho, mas eu sou um dos mocinhos agora, Harold."
Um ponto de virada para Root é quando em uma missão para a Máquina, ela deve pesar salvando a vida do ex-banqueiro e atual zelador Cyrus (Yul Vazquez) contrafrustrar os planos dos agentes samaritanos. Root zomba da crença de Cyrus de que tudo acontece por uma razão.
Ironicamente, Root é a razão das crenças de Cyrus: anos antes, alguém tinha sido enviado para matá-lo e seus colegas de trabalho, e ele tinha vivido, e o assassino tinha sido Root. Mesmo com sua aparente frieza, Root finalmente escolhe salvar Cyrus. Como o resto da equipe, Root passou a acreditar que as pessoas valem a pena salvar.