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Data de lançamento
10 Fev. 2002Duração
Em um mundo sitiado pela 2ª Guerra Mundial vive Wendy, agora adulta, que tenta passar aos seus filhos a esperança em um mundo melhor contando a eles as mágicas experiências pelas quais passou na Terra do Nunca, ao lado de Peter Pan. Entre os filhos de Wendy está Jane, de 12 anos, que não acredita em tais aventuras. Até que ressurge o Capitão Gancho, que sequestra Jane e a leva para a Terra do Nunca, na intenção de usá-la em seu mais novo plano para capturar Peter Pan.
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Peter Pan: De Volta à Terra do Nunca é uma continuação que tinha tudo para ser mais interessante do que realmente é. A ideia de revisitar a Terra do Nunca pela filha de Wendy é boa, mas o filme parece muito mais preocupado em repetir elementos do original do que em contar uma história que tenha personalidade própria. Peter continua carismático, mas aqui já começa a parecer uma versão infantilizada de si mesmo. É bonitinho, tem alguns momentos divertidos, mas passa aquela sensação de filme feito para manter a marca viva — e não porque alguém tinha realmente uma boa história para contar.
Peter Pan: De Volta à Terra do Nunca é uma continuação maravilhosa! Consegue preservar toda a magia, a emoção e o encanto do primeiro filme, ao mesmo tempo em que traz uma nova história cheia de personalidade.
Peter Pan e a Sininho sempre foram os meus personagens favoritos. Eu já era muito fã dos dois, mas esse filme fez com que eu gostasse ainda mais deles.
Foi muito legal ver os Meninos Perdidos com mais personalidade e participação na história, algo de que senti falta no primeiro filme.
Apesar de a Jane, filha da Wendy, não ser uma das minhas personagens favoritas, aprendi a gostar dela. No começo, eu a achava um pouco teimosa, mas é muito bonito acompanhar sua jornada e ver como ela volta a acreditar nas fadas e na magia da Terra do Nunca.
Este filme me traz uma nostalgia muito especial. Quando eu era criança, assistia ao VHS tantas vezes que até sabia as falas de cor.
A música "Do You Believe in Magic", dos créditos finais, é maravilhosa e encerra o filme de um jeito perfeito.
Tenho um carinho enorme por essa continuação. Ela marcou a minha infância ao lado de O Rei Leão 2 e A Dama e o Vagabundo 2, e até hoje ocupa um lugar muito importante no meu coração.
Nota: 10.
Reassistido.
Achei mais chato que o primeiro e não acrescentou nada de tão interessante na história.
Essa é uma das sequencias mais subestimadas da Disney. Considero ate melhor que o filme original.
Primeiramente, acho a trama muito madura e inteligente por ambientar os personagens num cenario de guerra, pois nao poderia existir contraste mais poderoso para uma nova aventura em uma Terra do Nunca. Logo no início fica claro que Jane é o total oposto de sua mãe Wendy, seguindo aquele tropo "sou diferente de meus pais", e sim, Jane é inicialmente toda chata e age como se fosse adulta, mas seu comportamento faz total sentido, pois ela é uma menina que foi forçada a experenciar a guerra muito jovem. Tudo isso moldou sua personalidade a ponto de faze-la querer abandonar sua infância cedo demais. É como se Jane experimentasse uma aventura contrária a de Wendy no primeiro filme: enquanto Wendy não queria deixar de ser criança, mas no fim aceita que isso é necessário, Jane quer ser adulta a todo custo, mas aprende no final a se reconectar com sua criança interior perdida.
A forma como Wendy é retratada nessa sequencia também é outro acerto do filme: ela cresceu, ja é uma mulher, mas mesmo depois de tantos anos nunca deixou de lado seu Eu criança, continuando no fundo a mesma Wendy divertida, leve, esperançosa e contadora de histórias. Há ate mesmo um breve reencontro entre ela e Peter, que só reforça ainda mais essa mensagem.
Outro acerto dessa sequência está no próprio Peter Pan. Se no primeiro filme ele era arrogante em excesso, a ponto de soar até narcisista em alguns momentos, aqui eu sinto que eles finalmente acertam o tom do personagem. Peter age como um heroi mais agradável e simpático de acompanhar.
Capitão Gancho também está ótimo na sequência. No lugar do crocodilo, agora temos um polvo gigante que o persegue. (Uma curiosidade é que a cena em que ele e sua tripulação raptam Jane de seu quarto foi uma das alternativas que Disney e sua equipe pensaram para o Peter Pan original - mas a ideia nunca saiu do storyboard - sendo enfim reaproveitada aqui.)
Peter pan 2 também traz uma evolução em relação aos relacionamentos femininos: se no primeiro filme todas as garotas disputavam entre si pela atenção de Peter, aqui isso é atenuado, construindo no terceiro ato uma interação entre garotas finalmente positiva atraves de Jane e Sininho, que unem suas forças para salvar o dia.
O terceiro ato, aliás, é para mim mais poderoso que no original, por que ao contrário do primeiro filme em que Peter parecia um garoto sem fraquezas e invencivel, aqui
Peter demonstra mais vulnerabilidade, sendo aquele quem precisa ser salvo no final.
No geral, acho uma sequência digna e sem dúvida uma das minhas favoritas.
Achei uma sequência bem desne.. não acrescentou em nada na história kkk achei meio estranho os traços tb, não sei se é pq vi o de 1953 e logo esse de 2002 em sequência kk