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18 Junho 2021Sheila Rubin (Rose Byrne) é uma entediada e zelosa dona de casa que apoia a controversa candidatura de seu marido à assembleia do estado. Na verdade, Sheila tem sua própria perspectiva sombria porém divertida sobre a vida. Ela passa por uma complexa luta contra os demônios da sua autoimagem, até encontrar uma das mais improváveis válvulas de escape: o mundo da aeróbica.
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A pergunta que não quer calar de quem termina a primeira temporada: quando ela vai deixar aquele marido RIDÍCULO?
Assistir às três temporadas de Physical exige muita perseverança. O enredo é às vezes irregular, cheio de altos e baixos: em certos momentos, a série é simplesmente maravilhosa: arte, música, direção, fotografia, texto e atuações impecáveis, tudo funciona; em outros, situações sem sentido tornam a narrativa cansativa. Ainda assim, é muito interessante a forma como a série aborda alguns transtornos mentais. Talvez essa sensação de “massante” reflita exatamente a experiência de quem convive com um transtorno marcado por um “segundo eu”: a luta com um alter ego rígido, a fragilidade exposta e os altos e baixos constantes (afinal, isto é ter um transtorno mental). Acho que nesse ponto Physical se diferencia, e Rose Byrne brilha, transitando muito bem entre a voz interna e as situações absurdas que a cercam. Vale a pena assistir? Bem, pergunta difícil, se você tem perseverança em encarar uma narrativa tão instável quanto a mente que ela retrata, acredito que Physical é para você.
Muito boa série, densa, profunda, com uma personagem complexa e crua. Incrível como não teve divulgação dessa série, sendo que a premissa é boa. Um pano de fundo, em assuntos pertinentes.
Uma das melhores séries que vi esse ano.
Acho que existem muitas coisas para serem melhoradas, principalmente personagens e suas relações. Termino ela com mixed feelings e vamos ver para onde vai descambar.