Compartilhe "Piratas da Informática: Piratas do Vale do Silício" com seus amigos:
Link copiado para a área de transferência!
Sinopse
Mostra como Bill Gates e Steve Jobs fundaram as respectivas Microsoft e Apple e a concorrência entre os dois para ver quem chegava primeiro e as estratégias que utilizaram para criarem suas empresas.
Em comum com outros filmes sobre o tema, o retrato de Steve Jobs com um caráter inversamente proporcional ao seu sucesso, ou seja, um ser humano simplesmente detestável. O mundo da computação era tão dinâmico que na época em que o filme foi lançado, a Microsoft tinha saído por cima de uma Apple que sofreu uma série de problemas de gestão. Se fosse feito hoje, teria mais uma hora para explicar como depois disso tudo, a Apple tem um valor de mercado maior que o da Microsoft, muito por conta dos produtos visionários lançados por Jobs desde o seu retorno a empresa após a demissão.
Jobs e Gates são vendidos pela propaganda americana como gênios, mas na verdade não criaram nada, pegaram ideias que já existiam, compraram ideias dos outros, contrataram funcionários pra fazerem o serviço pesado, E NO FIM É O PATRÃO QUE LEVA A FAMA.
Me lembrou o Elon Musk, o cara que nasceu rico, disse abertamente que só contrata gênios para trabalharem pra ele, mas o fanboy o chama de gênio.
Vivemos em um mundo onde a palavra gênio perdeu seu significado e caiu em descrédito.
Em comum com outros filmes sobre o tema, o retrato de Steve Jobs com um caráter inversamente proporcional ao seu sucesso, ou seja, um ser humano simplesmente detestável. O mundo da computação era tão dinâmico que na época em que o filme foi lançado, a Microsoft tinha saído por cima de uma Apple que sofreu uma série de problemas de gestão. Se fosse feito hoje, teria mais uma hora para explicar como depois disso tudo, a Apple tem um valor de mercado maior que o da Microsoft, muito por conta dos produtos visionários lançados por Jobs desde o seu retorno a empresa após a demissão.
“Quando hackear parecia coisa de rockstar e não de nerd cansado.”
O filme romantiza absurdamente os primórdios da tecnologia, mas faz isso com tanto estilo que você aceita.
É um filme mais sobre ego, visão e ambição do que sobre computadores
Todo mundo é gênio, arrogante e fala como se estivesse mudando o mundo a cada frase — e, de certa forma, estavam mesmo.
O roteiro exagera situações, mas capta bem o espírito da época: jovens moldando o futuro sem saber exatamente o impacto do que estavam criando.
Funciona como retrato histórico estilizado.
Jobs e Gates são vendidos pela propaganda americana como gênios, mas na verdade não criaram nada, pegaram ideias que já existiam, compraram ideias dos outros, contrataram funcionários pra fazerem o serviço pesado, E NO FIM É O PATRÃO QUE LEVA A FAMA.
Me lembrou o Elon Musk, o cara que nasceu rico, disse abertamente que só contrata gênios para trabalharem pra ele, mas o fanboy o chama de gênio.
Vivemos em um mundo onde a palavra gênio perdeu seu significado e caiu em descrédito.
Achei bem um filme bem apressado e razo. Esperava que se aprofundassem mais na vida deles/acontecimentos
23/02/2025
Steve é retratado como um imbecil.
Bill é retratado como um mongoloide.
Dizem que o roteiro ainda foi bem razoável, se comparado ao que eram de fato.
Mas como o que importa é a criatura e não o criador, ambos chegaram ao topo do mundo e praticamente definiram sua geração e muitas outras.