Após anos levando uma vida nômade, um homem retoma para seu pacato cotidiano com mulher e filhos. Mas a paz e a intimidade têm vida curta. Seu amigo foi pego como refém por assassinos brutais e o herói do faroeste mais uma vez é obrigado a abandonar sua família.
Filmaço!
Que fotografia estupenda!
Que trilha sonora maravilhosa!
Fotografia e trilha sonora sublimes.
Indo na contramão de qualquer expectativa que envolva o gênero e a década de sua realização, Peter Fonda entrega uma narrativa quieta, com personagens silenciosos e complexidades intimistas, fazendo do faroeste apenas um meio, e não uma justificativa. Nada é aclamado, até porque não há o que se aclamar. A atmosfera ressoa tristeza, mas em seu entorno tudo é lindamente filmado. Foi muito na minha alma esse aqui.
Roteiro fraquíssimo, estando mais para drama que faroeste. O filme todo é mediano, e o final consegue deixá-lo ainda pior. Nota 3,0.
Um fiapo de roteiro amarra este "bromance", agindo mais como desculpa para a estonteante fotografia do gigante Vilmos Zsigmond ao som da magnífica trilha sonora original de Bruce Langhorne.