Um bom filme com alguns plot twists que mostra que ninguém é o que parece. O único problema é que alguns desses plot twists são facilitadores pra descoberta de alguma trama, que beiram o inverossímil.
"A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena." Ja dizia Seu Madruga. Achei muito bem feito apesar de enrolarem um pouco para o desfecho. O ápice veio com o plot twist maroto e depois daí só mais uns minutos de enrolação. Também gostei da fotografia. Vale a pena! (PS. Não tô conseguindo classificar pois as estrelinhas não estão aparecendo no site pra mim!) ★★★★
A primeira hora é ótima: associa de maneira inteligente os eventos nacionais do Egito aos dilemas pessoais do protagonista. Faz uso sagaz de situações históricas como determinantes para a vida íntima, assemelhando-se bastante ao que Rubem Fonseca fez no romance "Agosto", em relação ao qual o estilo do roteirista-escritor parece semelhante. Mas o filme demora demais, fica pretensioso demais: em sua aparência de superprodução, erra ao alçar vôos exagerados e comodistas, traindo as frases de efeitos que surgem no letreiro inicial e através de diálogos recorrentes. Não obstante ser cinematograficamente bem realizado, é moralmente questionável e traiçoeiro. (WPC>)
Um bom filme com alguns plot twists que mostra que ninguém é o que parece.
O único problema é que alguns desses plot twists são facilitadores pra descoberta de alguma trama, que beiram o inverossímil.
"A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena." Ja dizia Seu Madruga.
Achei muito bem feito apesar de enrolarem um pouco para o desfecho.
O ápice veio com o plot twist maroto e depois daí só mais uns minutos de enrolação. Também gostei da fotografia. Vale a pena! (PS. Não tô conseguindo classificar pois as estrelinhas não estão aparecendo no site pra mim!) ★★★★
A primeira hora é ótima: associa de maneira inteligente os eventos nacionais do Egito aos dilemas pessoais do protagonista. Faz uso sagaz de situações históricas como determinantes para a vida íntima, assemelhando-se bastante ao que Rubem Fonseca fez no romance "Agosto", em relação ao qual o estilo do roteirista-escritor parece semelhante. Mas o filme demora demais, fica pretensioso demais: em sua aparência de superprodução, erra ao alçar vôos exagerados e comodistas, traindo as frases de efeitos que surgem no letreiro inicial e através de diálogos recorrentes. Não obstante ser cinematograficamente bem realizado, é moralmente questionável e traiçoeiro. (WPC>)