- um bom filme noir investigativo, curto e direto ao ponto, como aparentemente o diretor gosta de fazer - o que mais chama a atenção e todo o clima de angustia que consegue entregar - várias referências ao brasil, mas como se fosse o paraiso dos criminisos
Drama policial de suspense noir em preto e branco da Samba Films, Contemporary Productions, Aubrey Schenck Productions, Eagle-Lion Films e General Film Distributors, filmado em estilo semidocumentário. Estréias no cinema de Yul Brynner (1920-1985), Neville Brand (1920-1992) e Patricia Hawkins. Foi o 3° filme do diretor austro-húngaro Laslo Benedek (1905-1992).
Um enredo intrincado com uma atmosfera opressiva e perturbadora é o que dá a este filme a eficácia de ser assistido. Talvez seria esquecido não fosse a presença do futuro astro soviético Yul Brynner - a única vez em que apareceu com meia calvície e num papel de coadjuvante de vilão -, e que era tão obscuro na época deste filme que um crítico se referiu a ele como "Yul Brunner".
Achei o filme bem regular, apesar de ter alguns elementos Noir esse clima documentário não me agradou e acho q tirou um pouco a sensação apego e de torcer pelos "mocinhos" da história. Valeu por ver o Brynner ainda em começo de carreira e quando tinha cabelo.
- um bom filme noir investigativo, curto e direto ao ponto, como aparentemente o diretor gosta de fazer
- o que mais chama a atenção e todo o clima de angustia que consegue entregar
- várias referências ao brasil, mas como se fosse o paraiso dos criminisos
Drama policial de suspense noir em preto e branco da Samba Films, Contemporary Productions, Aubrey Schenck Productions, Eagle-Lion Films e General Film Distributors, filmado em estilo semidocumentário. Estréias no cinema de Yul Brynner (1920-1985), Neville Brand (1920-1992) e Patricia Hawkins. Foi o 3° filme do diretor austro-húngaro Laslo Benedek (1905-1992).
Um enredo intrincado com uma atmosfera opressiva e perturbadora é o que dá a este filme a eficácia de ser assistido. Talvez seria esquecido não fosse a presença do futuro astro soviético Yul Brynner - a única vez em que apareceu com meia calvície e num papel de coadjuvante de vilão -, e que era tão obscuro na época deste filme que um crítico se referiu a ele como "Yul Brunner".
Achei o filme bem regular, apesar de ter alguns elementos Noir esse clima documentário não me agradou e acho q tirou um pouco a sensação apego e de torcer pelos "mocinhos" da história. Valeu por ver o Brynner ainda em começo de carreira e quando tinha cabelo.
Em "Port of New York", temos a estreia na tela grande de Yul Brynner no papel de Paul Vicola.
Um Noir regular que só servi como entretenimento, nada que merecia se tornar um dos grandes do gênero.