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Data de lançamento
7 Julho 2010Duração
Royce é um mercenário que relutantemente lidera um grupo de combatentes de elite e descobre que eles foram levados para um planeta alienígena para servirem como presas. À exceção de um médico que caiu em descrédito, todos são assassinos a sangue frio: mercenários, mafiosos da Yakuza, presidiários, membros de esquadrões da morte. ou seja “predadores” humanos que agora serão sistematicamente caçados e eliminados por uma nova raça de Predadores alienígenas.
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Na animação Predador: Assassino de Assassinos, tivemos pela primeira vez um confronto direto entre um Predador e um samurai, e, por sinal, esse é o melhor segmento de toda a animação.
Mas o que poucos lembram é que Predadores (2010) já havia nos dado uma pequena amostra de algo parecido.
Em determinado momento, Hanzo, um integrante da Yakuza, finalmente fica cara a cara com um Predador e o desafia para um combate usando uma katana.
O caçador aceita o duelo e retrai suas lâminas, partindo para uma luta corpo a corpo.
A sequência é curta, mas extremamente violenta e sangrenta. Os dois se enfrentam em igualdade de condições, com Hanzo demonstrando toda a sua habilidade com a espada. Depois de uma luta difícil, ele consegue matar o Predador, mas também acaba mortalmente ferido e morre pouco depois.
A cena dura apenas alguns minutos, mas
⚠️ Alerta de Spoiler: Se você ainda não viu o filme, corre daqui.
Depois do atoleiro técnico e narrativo do horror dos filmes de "Aliens vs. Predador", o que se poderia esperar? O segundo filme era o fundo do poço. Mas o lançamento de "Predadores" veio como um sopro de vida nessa franquia que estava em desgraça. Produzido por Robert Rodriguez e dirigido por Nimród Antal, o longa tomou a decisão mais óbvia possível: fingiu que os horrorosos crossovers urbanos nunca existiram e voltou às origens, fazendo um suspense de sobrevivência direto, visceral e sem gordura. Mas ainda longe da sombra dos clássicos anteriores.
Robert Rodriguez imprimiu sua marca rítmica no filme, usando a força de uma história ágil e direta, jogando o espectador no mesmo nível de desorientação dos personagens, onde você não pensa muito e sai correndo feito o demônio dos bichos, floresta afora. Não há tempo perdido com explicações. Os personagens são literalmente jogados de paraquedas em uma floresta desconhecida e a caçada começa sem aviso. Em vez do biotipo de marombado dos anos 80, o elenco aposta em atores de peso dramático interpretando mercenários, bandidos, assassinos e até gente que você acha ser simples.
Adrien Brody surpreende com uma postura fria e pragmática, Alice Braga entrega uma atiradora de elite firme e moralmente ancorada, e nomes como Mahershala Ali e Topher Grace cumprem seus papéis com competência em meio a histórias misteriosas sobre o passado de cada um — que, diga-se de passagem, é podre. Todos aparecem na floresta sem se conhecerem e sem saber como foram parar ali.
Mas não se iluda: o filme não vem pra mudar nada na franquia, ele apenas se arrisca em uma aventura sem compromisso, quase como em uma revista antiga de ficção científica do gênero. O clima e a ambientação são os verdadeiros trunfos da produção. Antal resgatou a claustrofobia da selva filmando em locações reais, usando efeitos práticos e apostando na luz natural para criar sombras reais. A trilha sonora de John Debney bebe diretamente na fonte das composições clássicas de Alan Silvestri pro filme de 1987, devolvendo de forma instantânea a sensação de tensão da época. Mas, para mim, o único tropeço relevante na história fica por conta da participação de Laurence Fishburne, com um personagem todo errado, todo desnecessário, que desacelera a parte em que o filme prometia mais.
Não espere muito de "Predadores". O filme do Nimród Antal e do Robert Rodriguez não vem pra mudar nada na franquia. Depois do desastre das adaptações de "Aliens vs. Predador", o longa se arrisca nesse universo com uma história que, se você substituir os monstros por qualquer outro, vai continuar boa. "Predadores" é um sci-fi de revista que pegou os cacos dos filmes anteriores e jogou nas telas junto com os fãs e curiosos da franquia. É um filme mais honesto, mais pé no chão, que faz a gente lembrar um pouco da época em que Predador aconteceu para o mundo em 1987.
achei interessante, o designe dos predadores, os planos abertos. o personagem do fishburn tipo smeagouls (com dupla personalidade) (estranho que percebi que o médico era estranho e seria mostrado como vilão no final) talvez por ter visto tantos filmes com esse plottwist de grupinho solto em lugar perigoso. o filme convenceu, as cenas de ação são boas. o CGI pra época é bom. enfim, a solução pra atrapalhar o radar do predador final foi boa, (rodeia ele de fogo e foda-se.
Bem melhor que os 2 anteriores (Alien vs predator 1 e 2), aqui meio que voltamos a essencia dos predadores, apesar de ser estranho pegar os humanos e levar para outro planeta, ao inves de fazer oque eles sempre fazem, que é caçar no ambiente do presa, boa sessão da tarde.
“Battle royale antes de virar moda.”
Gosto muito desse terceiro filme.
Esse aqui entende a essência: humanos perigosos sendo caçados por algo ainda pior.
A ideia do planeta de caça é ótima e o clima é bem mais próximo do primeiro filme.
Não chega a ser memorável, mas é um retorno digno, violento e honesto.
Funciona melhor do que muita gente lembra.