Um filme que traz uma das atrizes que mais admiro, a Toni Colette, mas decepciona, ela cansa, traz até um roteiro original para um "filme de família", sai do trivial, mas se torna chato pela demora em desenvolver as questões e pelos personagens pouco carismáticos.
Dramédia leve, sem provocar grandes emoções. Vai de boa. Porém faz uma reflexão válida sobre como as pessoas seguem um rumo na vida por imposição externa, negando as suas tendências naturais. Não é um filme memorável, mas também não é ruim.
O filme usa a história improvável de uma família para fazer pensar sobre os problemas de criação que toda família enfrenta.
É sobre como todos somos, de certo modo, cobaias dos nossos pais, que nos criam com expectativas de que sejamos meio gênios ou alcancemos o máximo do nosso potencial naquilo que idealizaram para nós.
É sobre como todos os filhos, percebendo que tiveram sua individualidade comprometida pelo empenho dos pais em torná-los algo predeterminado, se frustram, se traumatizam e se rebelam.
É sobre como, por pior que tenha sido a desilusão entre os pais e os filhos, uma reconciliação pode acontecer quando nos damos conta de que nossos pais só tentaram acertar. E, no fim, temos ótimas lembranças do seu amor e cuidado em meio às suas falhas e loucuras.
Um filme que traz uma das atrizes que mais admiro, a Toni Colette, mas decepciona, ela cansa, traz até um roteiro original para um "filme de família", sai do trivial, mas se torna chato pela demora em desenvolver as questões e pelos personagens pouco carismáticos.
Dramédia leve, sem provocar grandes emoções. Vai de boa. Porém faz uma reflexão válida sobre como as pessoas seguem um rumo na vida por imposição externa, negando as suas tendências naturais. Não é um filme memorável, mas também não é ruim.
Não é mais um filminho bobo e divertidinho. Tudo na medida. Humor sem exageros, drama sem novela, reflexão profunda sem chatice.
O filme usa a história improvável de uma família para fazer pensar sobre os problemas de criação que toda família enfrenta.
É sobre como todos somos, de certo modo, cobaias dos nossos pais, que nos criam com expectativas de que sejamos meio gênios ou alcancemos o máximo do nosso potencial naquilo que idealizaram para nós.
É sobre como todos os filhos, percebendo que tiveram sua individualidade comprometida pelo empenho dos pais em torná-los algo predeterminado, se frustram, se traumatizam e se rebelam.
É sobre como, por pior que tenha sido a desilusão entre os pais e os filhos, uma reconciliação pode acontecer quando nos damos conta de que nossos pais só tentaram acertar. E, no fim, temos ótimas lembranças do seu amor e cuidado em meio às suas falhas e loucuras.
Gostei muito da ideia e de toda a discussão. Pena que a execução final é um pouco sem graça, mesmo tendo ótimos momentos.
Comédia inteligente.