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Data de lançamento
1 Ago. 2024Três artistas afro-brasileiros, com carreiras reconhecidas internacionalmente, transmutam-se a cada performance. Marcus Vinícius, Rubiane Maia e Castiel Vitorino Brasileiro fazem uma reflexão sobre os limites que apontamos para nossos próprios corpos.
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"Em você eu sou a estrada, o desvio, o movimento."
Presença (Brasil, 2024)
Direção: Erly Vieira Jr.
Documentário com poderosas imagens sobre três artistas afro-brasileiros com carreiras reconhecidas internacionalmente.
O longade Erly VieiraJr. acompanha um período na vida desses 3 artistas, criando e exibindo suas obras onde transmutam-se a cada performance.
Marcus Vinícius, Rubiane Maia e Castiel Vitorino Brasileiro fazem uma reflexão sobre os limites que apontamos para nossos próprios corpos.
Ótimo pra conhecer essas pessoas e sua arte.
Nos cinemas.
Muito a falar sobre esse filme, mas ele já fala por si com seus três artistas incríveis, potentes e necessários. Urge dar voz e protagonismos para esses corpos e vivências para além de sua arte, é questão social também. A arte nos salva. Um documentário convencional sim, mas não menos emocionante e impactante. Bravo!
E uma pena tão precoce de um artista como Marcus Vinícius, perdemos todos como uma potência dessa se vai tão jovem e cheio de ideias, angústias e movimentos.
Apesar de, em termos documentais, o filme ser convencional em seu formato, os personagens reais que ele apresenta são maravilhosos: fiquei apaixonado pelos três artistas e lamentei que o Marcus Vinicius tenha partido tão cedo. as performances são muito boas, sobretudo as do artista mencionado. Fotograficamente, claro, o filme é um deslumbramento e, em termos discursivos, é ótimo perceber potências negras resistindo e produzido num Estado que associamos a manifestações de extrema-direita. Tive o privilégio de conferir a obra ao lado de uma grande amiga, que é também uma artista. Neste sentido, funcionou! (WPC>)
Corpos que apresentam gênero e sexualidade dissidentes vistos de uma maneira poética, em simbiose ao espaço. É como um exercício de olhar não apenas o lado humano, mas um olhar que faz parte da natureza de lugares não comuns a estes corpos. E isso não é pouco. Aliás, tampo o "espaço" quanto a "natureza" mesmo, de tais corpos, são vistos quase sempre como espaços clandestinos, quando não foram de uma natureza biológica. Incrível como o documentário resgata essa conciliação entre corpo e alma, tempo e espaço, e tudo de forma poética e única. Bem bonito de ver.