- disruptiva, algo que melhor mensura quem foi Preta Gil. - baita distopia - muitas condições lhe eram acessíveis na "bolha" cresceu e se fez o palácio viveu da melhor maneira possível e impossível diante uma força maior da natureza. - infelizmente, não é a realidade das inúmeras vítimas de doenças crônicas em sua rotina - não rola um quarto de hospital cheio de gente, alvoroço, andar do leito restrito, filmagens autorizadas dos profissionais, entrar e sair quando quiser da internação, atender seus desejos... é aquilo: quem tem cacique manda, obedece quem tem juízo. - registro primoroso, mesmo tão romantizado quanto o perfil do ego leonina, deixa a memória da pessoa e persona "só o amor" e poucas inspirações "pé no chão" de viver a realidade como se não houvesse o amanhã. - questiono: falta um legado aos "populares" como ela reverência aos fãs - ou seja, fica tudo ali entre os "vips" e não expande sua imagem para algo maior como ONG, instituição, e correlatos em benefício de enfermos e seus cuidadores. - no Google acha uns discursos e posturas falhas da Preta que, óbvio não entraria no doc., ela soube lidar pois tinha tudo a favor nas mãos pra se corrigir, com voz de nome e sobrenome. - rotular "não ando só" é invejável de tão fácil se jogar na cara quando se tem o poder em si, pra dar e vender. - lembro da Isabel Veloso alguém na mesma época que passou também por câncer, teve seus vacilos em falas e ações bem erradas e questionáveis, foi cancelada e morreu com imagem negativa. A diferença gira na bolha: a mídia, a pessoa e persona, a rede de apoio.
Triste o aconteceu com ela, e espero que ela esteja num lugar bem melhor, que esse mundo. Mas focando na importância de sua pessoa como de artista, não estamos falando de ninguém que contribuiu com algo para a “cultura Brasileira” como muitos estão alardeando.
No que ela se propunha a fazer, que era cantar, não era boa e suas músicas eram horríveis. Passou a maior parte do tempo vivendo de polêmicas e aparecendo em quadros de programas variados. O que representa essa a Preta Gil para a cultura? Absolutamente nada!
O pai dela sim é um artista, agora ela, podem me xingar a vontade, mas Preta Gil não tinha talento algum, a não ser filha de gente famosa.
Preta foi vida. Transbordava alegria, paz interior, entretenimento, amor livre, leve. Um ser humano que queria alcançar todos os limites e assim lutou com toda sua coragem, utilizando de toda sua bagagem de força.
Sinônimo de força e coragem. Preta sempre me transmitiu muita alegria e paz por onde passava.
Nunca acompanhei de perto mas sempre quando o assunto fosse ela eu parava e prestava atenção, tinha interesse e ela transmitia o viver.
Li um comentário que no dia da morte dela o dia estava neutro, como se tirassem algo que fazia os dias terem cor, e eu senti isso, o dia estava faltando uma estrela que brilhava em terra e hoje brilha pro universo.
- disruptiva, algo que melhor mensura quem foi Preta Gil.
- baita distopia - muitas condições lhe eram acessíveis na "bolha" cresceu e se fez o palácio viveu da melhor maneira possível e impossível diante uma força maior da natureza.
- infelizmente, não é a realidade das inúmeras vítimas de doenças crônicas em sua rotina - não rola um quarto de hospital cheio de gente, alvoroço, andar do leito restrito, filmagens autorizadas dos profissionais, entrar e sair quando quiser da internação, atender seus desejos... é aquilo: quem tem cacique manda, obedece quem tem juízo.
- registro primoroso, mesmo tão romantizado quanto o perfil do ego leonina, deixa a memória da pessoa e persona "só o amor" e poucas inspirações "pé no chão" de viver a realidade como se não houvesse o amanhã.
- questiono: falta um legado aos "populares" como ela reverência aos fãs - ou seja, fica tudo ali entre os "vips" e não expande sua imagem para algo maior como ONG, instituição, e correlatos em benefício de enfermos e seus cuidadores.
- no Google acha uns discursos e posturas falhas da Preta que, óbvio não entraria no doc., ela soube lidar pois tinha tudo a favor nas mãos pra se corrigir, com voz de nome e sobrenome.
- rotular "não ando só" é invejável de tão fácil se jogar na cara quando se tem o poder em si, pra dar e vender.
- lembro da Isabel Veloso alguém na mesma época que passou também por câncer, teve seus vacilos em falas e ações bem erradas e questionáveis, foi cancelada e morreu com imagem negativa. A diferença gira na bolha: a mídia, a pessoa e persona, a rede de apoio.
Triste o aconteceu com ela, e espero que ela esteja num lugar bem melhor, que esse mundo. Mas focando na importância de sua pessoa como de artista, não estamos falando de ninguém que contribuiu com algo para a “cultura Brasileira” como muitos estão alardeando.
No que ela se propunha a fazer, que era cantar, não era boa e suas músicas eram horríveis. Passou a maior parte do tempo vivendo de polêmicas e aparecendo em quadros de programas variados. O que representa essa a Preta Gil para a cultura? Absolutamente nada!
O pai dela sim é um artista, agora ela, podem me xingar a vontade, mas Preta Gil não tinha talento algum, a não ser filha de gente famosa.
Preta foi vida. Transbordava alegria, paz interior, entretenimento, amor livre, leve.
Um ser humano que queria alcançar todos os limites e assim lutou com toda sua coragem, utilizando de toda sua bagagem de força.
Transborde, onde quer que esteja. ❤️
Sinônimo de força e coragem.
Preta sempre me transmitiu muita alegria e paz por onde passava.
Nunca acompanhei de perto mas sempre quando o assunto fosse ela eu parava e prestava atenção, tinha interesse e ela transmitia o viver.
Li um comentário que no dia da morte dela o dia estava neutro, como se tirassem algo que fazia os dias terem cor, e eu senti isso, o dia estava faltando uma estrela que brilhava em terra e hoje brilha pro universo.
Documentário muito forte. As imagens da Preta em tratamento e depois dela em público demonstra que ela tentou manter a vivacidade característica.
Quando penso na Preta eu penso em coragem, da menina que com uma capa de disco escandalizou até o pai tropicalista.
A vida é para ser vivida e Preta viveu as dores e os amores.