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A repórter de TV Angela Vidal (Jennifer Carpenter) e seu cameraman (Steve Harris) são designados a passar a noite na central do corpo de bombeiros de Los Angeles. É quando vem uma chamada e eles seguem para um prédio no subúrbio. Logo eles descobrem que uma das moradoras foi infectada por algum vírus desconhecido. Rapidamente outros residentes também sofrem ataques, instalando-se o pânico. Todos começam a fugir, e a polícia e o corpo de bombeiros interditam o edifício - mesmo sabendo que ainda há pessoas lá. E a única evidência do que está acontecendo vai ficar gravada no equipamento de filmagem que foi deixado lá dentro. Refilmagem do terror [Rec], do espanhol Jaume Balagueró.
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“Quarentena”é um verdadeiro teste de paciência; embora apresente exatamente a mesma história e as mesmas ações do original espanhol, fracassa em todos os aspectos. Para começar, o filme é escuro demais e a câmera treme excessivamente, tornando impossível distinguir grande parte da ação com os zumbis. “REC”também era escuro e filmado com câmeras na mão, mas era possível enxergar cada detalhe graças ao tempo e ao esforço dedicados à sua produção.
O elenco também deixa muito a desejar, com atores que não possuem o naturalismo de seus colegas espanhóis. Jay Hernandez de “O Albergue”, mas ele parece desconfortável com o formato e inseguro — e isso não se limita apenas ao personagem dele. A protagonista, Jennifer Carpenter (“O Exorcismo de Emily Rose”), está péssima; ela passa quase toda a segunda metade do filme gritando, berrando e hiperventilando, o que a torna uma das protagonistas mais irritantes da história dos filmes de terror. Inevitavelmente, o nível de sangue e repulsa foi elevado desnecessariamente — os zumbis são mais viscosos e têm pernas que se soltam —, mas a força genuína do original não aparece em lugar algum.
Não chega a ser um desastre completo, mas é repleto de furos de roteiro (um dos piores é um toca-fitas antiquíssimo funcionando sem energia elétrica), além de uma patética equipe "super-especializada" de controle sanitário do governo que agem como completos amadores, e uma câmera com a melhor bateria da História.
esse foi um dos remakes já feitos que eu gostei, muito bom, me lembro que assisti REC a primeira vez no curso de esspanhol, ambos muito bons.
Opinião Impopular: Prefiro o Quarentena do que o REC. Talvez seja pelo fato de eu ter assistido o Quarentena primeiro, mas enfim.
O filme é um remake do clássico "REC" que revolucionou o gênero found footage um ano antes, em 2007.
De início chama a atenção o cenário do prédio que é praticamente idêntico ao visto no filme espanhol. O estilo das filmagens também recria a tensão do original e dá alguns bons sustos, principalmente quando o filme vai chegando na sua parte final.
O roteiro é melhor estruturado do que a versão espanhola que usou uma justificativa pouco convincente sobre uma possessão demoníaca que dependeria de um vírus para se espalhar. Nesta nova versão a premissa seria uma seita apocalíptica que estaria planejando provocar uma "epidemia do fim do mundo", baseada em alguma variação do vírus da raiva. Porém as experiências feitas em ratos saem do controle quando um deles foge e contamina um cachorro e outros moradores do prédio.
Neste contexto a explicação para a origem da contaminação se torna mais plausível e coerente sem depender daquela bobagem de possessão (que não tem sentido). Mas mesmo assim o filme ainda deixa algumas pontas soltas sobre quem seria a criatura do apartamento, mais detalhes sobre o início da contaminação e porque a menina demorou mais para se transformar do que os outros contaminados.
Então no geral é um remake digno que manteve o mesmo conceito e ainda fundamentou melhor a trama, mas ainda não supera seu original. Principalmente pelos jump scares da versão espanhola que são insuperáveis e estão entre os melhores do cinema.