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Data de lançamento
12 Set. 2008Duração
Leon mora numa pequena cidade da Polônia e trabalha no crematório de um hospital. Há um tempo ele testemunhou uma brutal violência em que Anna, uma jovem enfermeira que trabalha no mesmo lugar e que ele tem forte atração, foi a vítima. Leon gosta de passar o tempo espiando Anna, seja de manhã ou a noite. Mas ele quer mais que isso e, assim, sua obsessão só cresce.
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Sobre paixão platônica. Quem nunca teve vontade de fazer o que ele fez ao gostar de alguém? Estar por perto, apenas admirando. Mas óbvio que é problemático e inaceitável invadir a casa/privacidade de uma pessoa, ainda por cima sendo um estranho. As ações dele me lembraram a Amelie Poulain, ajudar sem cobrar nada em troca. Assistir o filme é uma mescla de pensamentos entre "que doido" e "que fofo".
O diretor nesta obra brinca com nossos sentidos, um começo que parecer desvendar a poesia de um assassino, e apenas mostra o vazio poético de uma vontade apaixonada...É quase como se perdoasse a invasão de privacidade tamanha pureza do protagonista...e torcer para que sei lá no final ele fique bem...
De certo modo toda trama é figurativo a certas pessoas que amam, aqueles mais tímidos, introvertidos ou que simplesmente nao conseguem coragem para expor, o invisível aos olhos de outra.
Que fotografia tétrica do interior Polonês, a impressão que dá e que nunca saíram da segunda guerra...como o comunismo fez mal ao País...
Uma obra singela, um pouco demorada, mas que tem seu contexto de ser assim, a única ressalva e que as vezes pode ficar confuso entender o que é flash do passado e situação atual, o filme e uma linha única que vc tem que ir tentando compreender a cronologia dos fatos...e isso pode confundir.
a nota deste filme que só enche linguiça e ñ dá em nada está muito alta
Vi recentemente esse filme numa mostra dedicada ao produtor português, Paulo Branco, no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) aqui em SP. O que mais se destaca nesse trabalho, é a ótima fotografia de inspiração expressionista que, inclusive, nos conduz a ver o protagonista "Okrasa" como um típico personagem do neo-expressionismo alemão, c\ sua figura triste e sombria. De resto, a trama não vai além da velha fórmula: o "bobo da cidade" se apaixona por uma bela mulher e, obviamente, não é correspondido, e acaba sendo ridicularizado pelos demais habitantes... Vale, ao menos, pelo trágico (embora um tanto previsível) desfecho da história.
E aquele que "deveria" se revelar como uma besta humana, na verdade se mostra com a fragilidade de um pássaro. Bom filme. Um ritmo lento que combina bem com as expressões do principal personagem.