Quicksilver é um homem com o estranho poder de prever o futuro das pessoas. Suas visões são sempre apavoradoras. Por um golpe do destino, Olívia e Charlie caem na armadilha do diabólico mago. Olivia testemunha o desaparecimento do seu marido, em meio a uma estrada deserta, sem nenhuma explicação aparente. O malandro Charlie, que vive de pequenos roubos e delitos, vê suas mãos ganharem vida própria e cometerem crimes horrorosos contra sua vontade
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Adaptando histórias das mentes de Stephen King e Clive Barker, A Maldição de Quicksilver tem até alguns momentos bacanas, mas no geral é bem razoável. As leituras são bem superiores a adaptação.
** (Regular)
Gostei, um filme bem doidão para ver na madrugada kkkk.
Vi esse filme passando de madrugada na Band e nunca esqueci da cena das mãos.
E Ate que Funciona como Passatempo Despretensioso, Gostei Mas dá Segunda História.
Uma antologia noventista dentro da média, mas nada de espetacular. Aqui temos um Christopher Lloyde com um personagem misterioso e enigmático (Aaron Quicksilver) que é um contador de histórias macabro.
Na sua primeira estória, após, dar assistência a uma jovem recém noivada que espera seu futuro marido ir atrás de ajuda depois que seu carro fura o pneu.
O mago conta a aventura de um homem que atravessa o deserto da Califórnia e coisas estranhas acontecem quando pára numa lanchonete de beira de estrada e dá carona a um estranho.
Na segunda estória ele conta o caso de um cirurgia de sucesso cujo suas mãos tem vontade própria, assim, matando quem suas mãos tem vontade.
Os contos não são lá essas coisas não e são mostradas de forma cômica, porém, vale a pena ver.
Nada de bom.