Drama romântico e musical biográfico em preto e branco da Warner Bros. indicado a 2 estatuetas no Oscar: melhor trilha sonora e melhor som; no Festival de Cinema de Cannes, foi nomeado a melhor longa-metragem de maior originalidade ou pesquisa no Grande Prêmio do Festival.
Oscar Levant (1906-1972) teve 3 funções neste filme: ele fez o papel de George Gershwin (1898-1937) tocando piano como dublê de Robert Alda (1914-1986), ele se retratou na tela e foi ouvido tocando piano na trilha sonora como ele mesmo na performance comemorativa de "Rhapsody in blue", que encerra o filme. Historiadores do cinema há muito acreditam que este filme estabeleceu o modelo para o filme biográfico de compositores, abrindo as portas que imediatamente levaram a Canção inesquecível (46), Quando as nuvens passam (46) e Minha vida é uma canção (48), entre muitos outros. Este foi uma resposta direta para A canção da vitória (42). Estréia cinematográfica de Robert Alda. Último filme da alemã Elsa Bassermann (1878-1961).
George Geshwin nasceu no Brooklyn, em Nova York. Seus pais compraram um piano para o filho ter aulas, mas a chegada do instrumento em casa muda completamente a mentalidade de George, o caçula, irmão de Ira Gerswin (1896-1983), que se sente atraído pelo instrumento e pela música. Aos dezoito anos, ele é aceito pelo famoso Professor Franck e tem sua primeira oportunidade em um teatro de variedades do bairro, mas lá suas composições não são apreciadas inicialmente. Apesar do aviso de Franck para não sucumbir à música popular, George se concentra em canções de espetáculo e jazz. Enquanto estuda, se apresenta em teatros de vaudeville e tenta vender suas músicas em lojas de música. Depois que Al Jolson faz sucesso com sua música, a carreira de George decola na Broadway e em Hollywood, antes que uma tragédia aconteça.
Tudo isso, naturalmente, é elevado ao enésimo grau por um acompanhamento brilhante e envolvente da música de Gershwin, variando de clássicas, blues e jazz, em que as músicas são o ponto alto do filme.
Drama romântico e musical biográfico em preto e branco da Warner Bros. indicado a 2 estatuetas no Oscar: melhor trilha sonora e melhor som; no Festival de Cinema de Cannes, foi nomeado a melhor longa-metragem de maior originalidade ou pesquisa no Grande Prêmio do Festival.
Oscar Levant (1906-1972) teve 3 funções neste filme: ele fez o papel de George Gershwin (1898-1937) tocando piano como dublê de Robert Alda (1914-1986), ele se retratou na tela e foi ouvido tocando piano na trilha sonora como ele mesmo na performance comemorativa de "Rhapsody in blue", que encerra o filme. Historiadores do cinema há muito acreditam que este filme estabeleceu o modelo para o filme biográfico de compositores, abrindo as portas que imediatamente levaram a Canção inesquecível (46), Quando as nuvens passam (46) e Minha vida é uma canção (48), entre muitos outros. Este foi uma resposta direta para A canção da vitória (42). Estréia cinematográfica de Robert Alda. Último filme da alemã Elsa Bassermann (1878-1961).
George Geshwin nasceu no Brooklyn, em Nova York. Seus pais compraram um piano para o filho ter aulas, mas a chegada do instrumento em casa muda completamente a mentalidade de George, o caçula, irmão de Ira Gerswin (1896-1983), que se sente atraído pelo instrumento e pela música. Aos dezoito anos, ele é aceito pelo famoso Professor Franck e tem sua primeira oportunidade em um teatro de variedades do bairro, mas lá suas composições não são apreciadas inicialmente. Apesar do aviso de Franck para não sucumbir à música popular, George se concentra em canções de espetáculo e jazz. Enquanto estuda, se apresenta em teatros de vaudeville e tenta vender suas músicas em lojas de música. Depois que Al Jolson faz sucesso com sua música, a carreira de George decola na Broadway e em Hollywood, antes que uma tragédia aconteça.
A única coisa que levo do filme foi a frase da Julie: "That's a romantic conception, you don't need anyone, you only need you"
Hazel Scott é tudo e mais um pouco.