Fragmentos de um meteoro caem perto da cidade de San Angelo. Quando expostos à água, estes fragmentos começam a se multiplicar e duplicar de tamanho. Os habitantes do lugar entram em pânico quando, ao serem atingidos pelos fragmentos do meteoro, alguns deles começam a petrificar. Com a chegada da temporada de chuvas, a ameaça pode se estender a todo o planeta.
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Uma das mais interessantes produções B dos anos 50, com bons efeitos visuais, onde a ameaça não é um ser vivo, animal ou alienígena e sim reações químicas de rochas. Mas o que também garante o interesse é o carisma dos personagens, que diferentemente da maioria dos filmes da época não se comporta de forma estúpida. Os cientistas agem como cientistas do mundo real e a policia não procura atrapalha-los. Como protagonista temos Grant Williams, que no mesmo ano estrelou o clássico "O Incrível Homem que Encolheu". Um ponto negativo é a trilha sonora que apela para acordes altos o tempo todo. Há também coincidências difíceis de ignorar:
como começar a chover torrencialmente no deserto depois de centenas (ou milhares) de anos de seca, bem no momento em que os cientistas descobrem o mistério das rochas.
Uma curiosidade é que os cenários da cidadezinha seriam os mesmos de Hill Valley de "De Volta Para o Futuro", quase 30 anos depois.
Adorei, em virtude do grande suspense, vide ótima trilha, edição e roteiro!
Interessante variação do batido tema de 'ameaça de monstro do espaço', mas desta vez de forma mineral, sem vida, apenas um ciclo químico interminável. Gostei bastante!
Um dos mais fracos filmes do período que assisti até agora. A ameaça é bem chinfrim, não gerando um clímax legal, tudo se resolve muito facilmente, com poucas perdas ou comoção.
Das chamadas produções “B” de ficção científica da década de 50 essa foi das mais originais que eu já vi. Faz bom uso dos efeitos visuais e tem uma história bem construída que nos faz ficar atentos a ela do início ao fim.