Réalité 2014 é um daqueles filmes que me deixa totalmente dividido, sem saber se acho uma grande porcaria ou algo realmente genial, e isso parte muito do que eu consegui entender, porque aquilo que eu não entendi eu sinceramente nem sei como julgar.
A maioria dos trabalhos do Quentin Dupieux costuma me causar exatamente essa sensação de intriga constante, cheia de dúvidas e questionamentos, e mesmo que esse estilo muitas vezes me afaste ou me incomode, é impossível negar que também impressiona pela ousadia e pelas ideias fora do comum.
O filme apresenta sacadas que parecem extremamente criativas e inteligentes, enquanto outras partes soam completamente desconexas ou até sem propósito, criando a sensação de que talvez o diretor brinque justamente com essa falta de lógica para provocar o espectador e testar a nossa própria interpretação.
Fica sempre aquela dúvida incômoda: será que existe um significado profundo que ainda não conseguimos alcançar ou será que parte do charme está justamente em não fazer sentido algum? Essa ambiguidade constante cria uma experiência confusa, curiosa e até frustrante em alguns momentos, mas ao mesmo tempo única, deixando o filme preso numa linha muito tênue entre algo brilhante e algo totalmente sem rumo.
Todos os filmes que vi do Dupieux têm um estilo consolidado e um argumento excelente, mas não entregam um bom andamento. Esse, que lembra um Magnólia metalinguístico tamanha a qualidade do tema, começa absurdo e termina fantástico, mas o meio do filme é um enrosco danado. Ainda acho que o Dupieux emplaca um clássico surrealista, mas esse ainda não é.
Só posso dizer que Dupieux é um pré gênio, alguém que uma hora ou outra vai abalar as estruturas do cinema (espero eu). Em geral tanto este quanto Wrong tem um balanço de cenas meio chatinhas e cenas fantásticas demais. Uma qualidade e precisão em retratar sonhos de uma forma muito incrível. Sem falar dos personagens! Fantásticos. Espero ver muita coisa desse cara ainda.
Réalité 2014 é um daqueles filmes que me deixa totalmente dividido, sem saber se acho uma grande porcaria ou algo realmente genial, e isso parte muito do que eu consegui entender, porque aquilo que eu não entendi eu sinceramente nem sei como julgar.
A maioria dos trabalhos do Quentin Dupieux costuma me causar exatamente essa sensação de intriga constante, cheia de dúvidas e questionamentos, e mesmo que esse estilo muitas vezes me afaste ou me incomode, é impossível negar que também impressiona pela ousadia e pelas ideias fora do comum.
O filme apresenta sacadas que parecem extremamente criativas e inteligentes, enquanto outras partes soam completamente desconexas ou até sem propósito, criando a sensação de que talvez o diretor brinque justamente com essa falta de lógica para provocar o espectador e testar a nossa própria interpretação.
Fica sempre aquela dúvida incômoda: será que existe um significado profundo que ainda não conseguimos alcançar ou será que parte do charme está justamente em não fazer sentido algum? Essa ambiguidade constante cria uma experiência confusa, curiosa e até frustrante em alguns momentos, mas ao mesmo tempo única, deixando o filme preso numa linha muito tênue entre algo brilhante e algo totalmente sem rumo.
Assistido em 08/02/2026
entendi nada, me diverti muito
Todos os filmes que vi do Dupieux têm um estilo consolidado e um argumento excelente, mas não entregam um bom andamento. Esse, que lembra um Magnólia metalinguístico tamanha a qualidade do tema, começa absurdo e termina fantástico, mas o meio do filme é um enrosco danado. Ainda acho que o Dupieux emplaca um clássico surrealista, mas esse ainda não é.
Queria legenda pt-br. :/
Acabei vendo com legenda em inglês mesmo, rs ^^
Só posso dizer que Dupieux é um pré gênio, alguém que uma hora ou outra vai abalar as estruturas do cinema (espero eu). Em geral tanto este quanto Wrong tem um balanço de cenas meio chatinhas e cenas fantásticas demais. Uma qualidade e precisão em retratar sonhos de uma forma muito incrível. Sem falar dos personagens! Fantásticos.
Espero ver muita coisa desse cara ainda.