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30 years Campina Grande - (BRA)
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Eu sou apaixonado por cinema desde que assisti na minha infância "O Rei Leão" no cinema. Desde lá, foram muitas tardes e noites assistindo filmes. No entanto, me considerar um cinéfilo mesmo, aconteceu desde quando assisti “Laranja Mecânica” e me interessei cada vez mais sobre a história do cinema. Hoje, posso dizer que sei alguma coisa sobre cinema. Pouco, mas sei, haha. O cinema me proporcionou experiências e sempre provocou diferentes sentimentos em mim.. Eu acredito que todo mundo é capaz de aprender um pouco sobre si mesmo e o mundo, através do cinema.

Últimas opiniões enviadas

  • Luis Carlos

    A história alterna entre duas linhas de tempo, a primeira sendo no início do século 20 e há segunda muitos anos depois. É tudo muito bem montado, por isso consegue ser fluído e intrigante, não achei nada cansativo. O Karamakate (xamã) está em ambas às linhas (uma jovem, em outro mais velho). O primeiro que Karamakate acompanha é um alemão, muitos anos depois é um americano. Os dois homens são brancos e cientistas.

    Nós presenciamos o choque entre as duas culturas. A cena da bússola é uma das melhores cenas do filme:

    Karamakate para o Theo: “Você é igual aos outros brancos”
    Theo: “O sistema de orientação deles se baseia no vento e nas estrelas. Se aprenderem a usar a bússola, esse conhecimento se perderá”
    Karamakate: “Não pode proibi-los de aprender. O conhecimento é de todos”.

    Por mais que Theo não seja exatamente como a maioria dos homens brancos (ele é um cientista que admira a cultura indígena), mas não é capaz de entender certas coisas. É como Evan (cientista americano) em querer levar a planta para estudá-la nos EUA, mas Karamakate não quer isso, porque a planta é sagrada e tem medo que ela seja tratada de forma errada.

    O filme deixa evidente em muitas cenas o que foi essa bosta do colonialismo. A enorme exploração e o abuso contra a comunidade indígena. É horrível ver como foram forçados a tirar borracha das árvores, é horrível ver a imposição ao cristianismo, à cena onde o padre (ou monge, não lembro) castiga as crianças indígenas (por falarem em sua própria língua) é cruel. Era óbvio o interesse (podemos que ainda é) em destruir toda a cultura indígena.

    Grande filme.

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  • Luis Carlos

    Então, eu não entendo nada sobre física quântica e etc... Mas gostei pra caramba do filme.

    Eu gosto de filmes que são praticamente ambientados num único local, por exemplo. É uma ficção científica sem todos os efeitos visuais tão comuns nos filmes do gênero, algo que me agradou bastante. O conceito é ótimo, essa coisa de “realidade alternativa” (ou múltipla) é muito interessante. E como isso traz conflitos para os personagens e tal, é ótimo.

    Eu geralmente não curto (por ser muito cético) filmes com essa ideia de “realidade alternativa” e tal, mas o filme tem um desenvolvimento tão crível, que conseguiu me fazer pensar nessa possibilidade. Eu até fiquei tenso em certos momentos.

    Excelente.

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  • Francisco Paulo
    Francisco Paulo

    Eu li que é o primeiro filme de uma mulher Egípcia e que ela teve que filmar escondida.
    Você vai gostar muito e se apaixonar pela menina Wadjda. Um abraço.

  • Francisco Paulo
    Francisco Paulo

    O idosinho Ivo é um personagem marcante no Tangerines (é daqueles filmes que você vê e nunca mais esquece).
    Esses que eu te indiquei, se não me engano tem no Cultura com Legendas.
    Abraços.

  • Francisco Paulo
    Francisco Paulo

    Desculpe, depois vi nos seus favoritos que consta Tangerines.
    Outros que gostei muito: Náufrago da Lua e O Sonho de Wadjda.
    Abraços.

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