O Refavela é uma aula de Brasil. Gil após tocar num festival, na Nigéria, em 1977, lhe vem a necessidade de transpor num álbum ritmos africanos, o elo com cidades brasileiras, passando por terreiros da Bahia e blocos de rua populares. Mas não só. A origem de "Aqui e Agora" é surreal, coisas que só GIl pode fazer mesmo. Tão feliz de saber que "No Norte da Saudade" foi inicialmente escrita na minha amada Aracaju hehe
Não tinha como não funcionar: o disco homenageado é um dos melhores de todos os tempos, a condução antropológica de Hermano Vianna é producente e as intervenções do carismático Bem Gil (filho de Gilberto) como entrevistador improvisado são eficientes, sensíveis e inteligentes. Por algum motivo, não gosto muito da celebrada cantora Céu, e, como tal, descurti as seqüências em que ela aparece cantando as faixas clássicas do disco. Mas nada que estragasse a magnificência do concerto de celebração ao quadragésimo aniversário da obra-prima em pauta: "Refavela" é supremo! Como diz o próprio Bem Gil: "não sei se é o meu preferido, mas não consigo não considerá-lo menos que sublime!". Enquanto documentário, evita o caráter pretensioso: prefere abordar as conversas de dia a dia entre músicos, o tom celebratório de seus encontros. Muito bom! (WPC>)
Assisti esta linda obra no canal da HBO, alguém teria algum link para download?
O Refavela é uma aula de Brasil. Gil após tocar num festival, na Nigéria, em 1977, lhe vem a necessidade de transpor num álbum ritmos africanos, o elo com cidades brasileiras, passando por terreiros da Bahia e blocos de rua populares. Mas não só. A origem de "Aqui e Agora" é surreal, coisas que só GIl pode fazer mesmo. Tão feliz de saber que "No Norte da Saudade" foi inicialmente escrita na minha amada Aracaju hehe
Muito bom, cheio de referências, poderia ser mais experimental
Não tinha como não funcionar: o disco homenageado é um dos melhores de todos os tempos, a condução antropológica de Hermano Vianna é producente e as intervenções do carismático Bem Gil (filho de Gilberto) como entrevistador improvisado são eficientes, sensíveis e inteligentes. Por algum motivo, não gosto muito da celebrada cantora Céu, e, como tal, descurti as seqüências em que ela aparece cantando as faixas clássicas do disco. Mas nada que estragasse a magnificência do concerto de celebração ao quadragésimo aniversário da obra-prima em pauta: "Refavela" é supremo! Como diz o próprio Bem Gil: "não sei se é o meu preferido, mas não consigo não considerá-lo menos que sublime!". Enquanto documentário, evita o caráter pretensioso: prefere abordar as conversas de dia a dia entre músicos, o tom celebratório de seus encontros. Muito bom! (WPC>)
"Um disco negro, para todas as cores."