Um misterioso espelho é encontrado em um orfanato na igreja. Quando uma adolescente inocente descobre que está sendo perseguida por sua irmã adotiva, o poder demoníaco se desencadeia outra vez. Porque o espelho ganha força quando o sangue amaldiçoado é derramado sobre ele, então a batalha final entre bem e o mal começa.
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23/05/2025
fraquinho
O primeiro já não era grande coisa, essa sequência então é ainda mais pífia. Totalmente desnecessária. Do início ao fim, tudo está ruim. A única coisa interessante é que curiosamente esse foi o primeiro trabalho de Mark Ruffalo para o cinema, ator que anos depois teria destaquem em grandes filmes, como Os Vingadores.
* (Ruim)
Uma sequência praticamente sem relação com o filme original de 1990, “Mirror, Mirror 2: Raven Dance” é um filme rebuscado e, em geral, mal escrito, que é uma grande decepção em relação ao seu antecessor. O primeiro filme, embora não seja uma obra-prima, foi uma entrada sólida no gênero que marcou o fim do terror dos anos 80; esta sequência, no entanto, é decepcionante em vários níveis.
Uma das principais falhas do filme é sua edição desordenada, que deixa a grande maioria do filme com uma sensação de desconexão, se não totalmente confusa em alguns momentos. A segunda grande falha é o roteiro, que é substituído por diálogos prolongados e irrealistas, e ainda mais desconexão, já que os personagens entram e saem da história sem explicação. O filme também está repleto de efeitos especiais com raios laser do início dos anos 90, que são risíveis para os padrões atuais.
A protagonista do filme, é péssima no papel, embora não tão ruim quanto o menino que interpreta seu irmão. Com seu papel sendo o centro do filme, é difícil manter o interesse com uma atuação tão exagerada. Sally Kellerman e Roddy MacDowall, cuja participação no filme eu não consigo entender muito bem — se destacam o máximo que podem. Veronica Cartwright é tão estridente como sempre, desta vez interpretando uma freira cega histérica, mas ela traz algum caráter ao filme.
No geral, é uma sequência bastante fraca do filme original. Ele falha devido à péssima atuação da atriz principal, à edição irregular e ao roteiro fraco e mal desenvolvido.
Bem inferior ao primeiro mesmo com bom elenco e a lenda Roddy McDowall.
A primeira e mais óbvia coisa a ser dita, é o fato de ser bem inferior ao primeiro. Tem algumas pontas soltas (embora possa ter sido alguma desatenção minha, falo em relação ao personagem "Christian") e algumas cenas chatas de danças, com uma falta de harmonia/sincronia com a trilha sonora, causando inclusive incômodo visual. O final, com uma sacada não muito original, ainda assim interessante, "salva" o filme de uma avaliação pior. Não é uma obra essencial.