“Regra 34” conta a história de Simone, uma jovem defensora pública que defende mulheres em casos de abuso, mas acaba se envolvendo em um mundo de violência e erotismo, por conta de seus próprios interesses sexuais.
O filme começa a mil, vai perdendo pressão durante o desenrolar e termina num gigantesco anticlímax. A ideia foi boa, mas podia ser melhor trabalhada. Ps: que atriz foda!
Filme nacional bem dirigido, belo visualmente e com tema relevante. O contraste entre o ambiente acadêmico e a realidade privada da protagonista centraliza a trama, que toca em assuntos e escolhas importantes.
EU achei que o tema proposto tem potencial de causar discussões e reflexões bem interessantes e a forma como isso é apresentado chega a ter uma profundidade que nos convida a pensar mesmo, no entanto acho que o filme só propõe a reflexão, mas não desenvolve isso, tipo "olha só que tema profundo aqui, agora é com vcs espectadores, valeu?!". Então faltou algo e o final sem muita conclusão comprova isso.
"Trabalhar com uma equipe e elenco negros, tendo eles espaços criativos, não é apenas um projeto antirracista. É sobre construção de novas subjetividades e sobre profundidade narrativa." Palavras da diretora que já deixa claro o quão porre é o filme. E sim, como diz no trailer "faz '50 Tons de Cinza' sentir vergonha". Putz, Seu Filme, a tua própria produção tá se comparando com essa titica feticheira de botequim fechado chamada "50 tons de Crematório". Uma estrela ao menos pela putcharia afro construtiva exibida de inéditas paradas subjetivas e profundidades que narram antirracistamente os projetos criativos dos espaços etcetéricos.
O filme começa a mil, vai perdendo pressão durante o desenrolar e termina num gigantesco anticlímax. A ideia foi boa, mas podia ser melhor trabalhada.
Ps: que atriz foda!
Filme nacional bem dirigido, belo visualmente e com tema relevante. O contraste entre o ambiente acadêmico e a realidade privada da protagonista centraliza a trama, que toca em assuntos e escolhas importantes.
EU achei que o tema proposto tem potencial de causar discussões e reflexões bem interessantes e a forma como isso é apresentado chega a ter uma profundidade que nos convida a pensar mesmo, no entanto acho que o filme só propõe a reflexão, mas não desenvolve isso, tipo "olha só que tema profundo aqui, agora é com vcs espectadores, valeu?!". Então faltou algo e o final sem muita conclusão comprova isso.
"Trabalhar com uma equipe e elenco negros, tendo eles espaços criativos, não é apenas um projeto antirracista. É sobre construção de novas subjetividades e sobre profundidade narrativa." Palavras da diretora que já deixa claro o quão porre é o filme. E sim, como diz no trailer "faz '50 Tons de Cinza' sentir vergonha". Putz, Seu Filme, a tua própria produção tá se comparando com essa titica feticheira de botequim fechado chamada "50 tons de Crematório". Uma estrela ao menos pela putcharia afro construtiva exibida de inéditas paradas subjetivas e profundidades que narram antirracistamente os projetos criativos dos espaços etcetéricos.
A ideia nem é tão ruim assim, mas a execução c*g0u no p@*.
Vi em 19.02.2025
Globo Play