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Não achei esse desastre todo que dizem. Achei ok, divertido pra passar o tempo e gosto da Milly no papel. Só acho que o filme é genérico, vilão genérico, conveniencias e timing perfeito pra todo lado e uns discursos que soam artificiais demais. A personagem da Ruthy é uma porta, ela não faz nada o filme todo praticamente....
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Bons filmes!
Equipe Filmow
E aí Luccas, tudo bem?
Tuas opiniões/críticas são ótimas!!
Estás aceito! Boa semana para ti.
Obrigado por add
Como obra de ficção é um série interessante, mas que têm umas barrigas ali no meio, a gente claramente sente que a série ta enrolando pra terminar. Achei todo esse link com a Aileen deslocado da história e ficou ainda mais parecendo que tava enchendo linguiça.
Agora tem um problema maior com a obra...ela não é totalmente uma série de ficção, é baseada em acontecimentos reais (com muita liberdade criativa devo dizer). E como uma obra assim eu senti que o tempo todo a produção quer convencer que, tanto Lizzie, quanto Aileen eram apenas vítimas, que tudo que fizeram era justificável e perdoável e isso não é uma nuance de dúvida na série, é uma certeza confirmada no último episódio (Lizzie literalmente diz pra Aileen que ta tudo perdoado).
É totalmente compreensível que elas cresceram em ambientes tóxicos, com maus tratos, abusos, etc, mas quase todos serial killers também não tem esse background? Se for pra validar o que ela fizeram, teria que validar o que todos os demais fizeram.
Quando é ficcional, não tem problema nenhum em vermos um personagem sofrido ter sua vingança, é a catarse proposta, mas acho que quando tratamos de casos reais temos que tomar um cuidado pra não validar atos hediondos como justificável. Ryan Murphy poderia muito bem ter trabalhado essas nuances pra fazer a gente refletir, mas sem validar o que elas fazem como certo.
A série quer tanto que a gente torça por elas que além da vitimização excessiva, ainda colocam a Lizzie envolvida em movimentos feministas, como uma redenção...