Judith (Jurnee Smollett-Bell) é uma terapeuta que trabalha em uma agência de casamentos pertencente a Janice (Vanessa L. Williams). Ela é casada com o farmacêutico Brice (Lance Gross), que conhece desde os seis anos. Judith está bastante insatisfeita com o atual trabalho e sonha abrir seu próprio negócio, mas Brice sempre breca sua iniciativa por pensar muito no risco financeiro que uma empreitada do tipo traria. Frustrada por não receber apoio do marido, ela acaba sendo seduzida por Harley (Robbie Jones), um empresário da internet que aparenta estar disposto a investir em sua ideia.
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Pesado e necessario.
Com uns lances meio forçados e tendenciosos, mas ao mesmo tempo trama intrigante, e sensual por conta do elenco lindão ( com caras e bocas rs) mas o desfecho dramático me impactou, gostei.
Moralista sim, mas um bom drama. O final surpreende, sem dúvida, também não esperava. O que me causou espanto foi o fato dela passar de uma garota "certinha" para uma outra "rebelde" em tão curto espaço de tempo, sem medir as consequências deste seu ato. Acho que houve um certo exagero aqui.
Estava gostando do filme, mas o final me enganou,
pois dava a entender que o casal se acertaria, mas o que aconteceu é que ela ficou com HIV e ele com outra. Talvez na vida real fosse isso mesmo que iria acontecer. Por outro lado, se era um filme gospel deveria ser sobre perdão e o final perdeu a oportunidade de mostrar que as pessoas podem aprender com os erros e superar. Em todo caso, poderiam ter feito as lições de moral em cima do cara rico que contaminou a namorada, mas ao invés disso, o sujeito continuou rico, bem sucedido, respeitado pelo seu status e saindo com a mulher que queria e contaminando outras por aí, sem nenhuma lição de moral. Ou seja, só a Judith e a ex namorada do sujeito, as mulheres, se deram mal na história. A fala da ex namorada do sujeito rico como se ela tivesse adquirido HIV por culpa dela, pois sabia que o sujeito traia ela, mas ela continuava com ele, foi terrível. Além de outras falas das mulheres se culpando pela violência do sujeito, etc... como se merecessem tudo aquilo. Um horror. E foi totalmente desnecessário mostrar a Judith entrando na farmácia do ex marido, como se dependesse da ajuda dele pra viver e ainda ver a nova mulher e filho dele, como se ela não tivesse nada e ele tudo, isso não foi superação e sim humilhação desnecessária. Mensagem do filme : se você é mulher e cometer um erro, tudo de ruim vai acontecer e se você é homem, principalmente rico, não há lição de moral pra vc."
Tava indo bem mas essa
cruzada de personagem perto do fim foi muito forçada
Não vejo problema do papel da Mãe ser da religiosa que quer mostrar o caminho correto e proteger a filha, porém apresentaram uma pessoa muito "extremista" ao meu ver.
Ele apresentou tudo de ruim que acontece ao tomar as decisões erradas, até poderia dizer que os 7 pecados capitais aparecem quando a protagonista chuta o balde.
É um filme legal que realmente faz pensar o como lidar com os relacionamentos,, só acho que isso poderia ser bem trabalhado sem ter viés religioso.
No mais, é um bom filme