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Data de lançamento
19 Out. 2007Duração
Anwar El-Ibrahimi (Omar Metwally) está retornando aos Estados Unidos, após participar de uma conferência na África do Sul. Entretanto antes de desembarcar, mas já em solo americano, ele é retido por autoridades do governo. Isabella (Reese Witherspoon), sua esposa, fica à sua espera no aeroporto, em vão. Anwar simplesmente desaparece, sem que Isabella ou qualquer outra pessoa saiba o que aconteceu com ele. Na verdade Anwar foi retido a mando de Corrine Whitman (Meryl Streep), que investiga a morte de cidadãos americanos em um atentado terrorista e desconfia que ele tenha algum envolvimento com um grupo perigoso no Egito, seu país-natal. Anwar é levado para fora dos Estados Unidos, onde passa a ser torturado com o objetivo de revelar as informações que sabe. Paralelamente Isabella busca a ajuda de um antigo amigo de escola, Alan Smith (Peter Sarsgaard), que agora trabalha como assessor de um senador (Alan Arkin).
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Ótimo thriller político, nessa época foram feitos muitos filmes com essa temática com países do oriente médio pós 11 de setembro. Tem um pouco de melodrama, e apesar de ser em parte romanceado , não esconde as atrocidades que o governo dos Estados Unidos é capaz.
ainda tô tentando entender a linha do tempo, fora que ele te faz suspeitar o tempo todo. muito bom!
O filme foi inspirado no caso real de Maher Arar, um engenheiro canadense-sírio que foi detido pelo governo dos EUA e enviado para a Síria, onde foi torturado por quase um ano antes de ser declarado inocente.
Apesar do grande elenco, com nomes de peso com Jake Gyllenhaal, Reese Witherspoon e Meryl Streep, o filme tem peca muito pelo ritmo lento e trama ambígua.
Pra piorar o final é conveniente demais. Deixando a "coincidência" do terrorista ter ligado por acaso para o suspeito muito mal explicada. Na vida real isso dificilmente aconteceria pois a CIA com toda a tecnologia que tem poderia ter quebrado o sigilo da ligação e acessado o conteúdo para confirmação da suspeita. No fim Anwar poderia realmente ser culpado e o Douglas Freeman decidir libertá-lo por conta própria sem ter provas concretas de sua inocência é muito forçado e inverossímil.
Apesar de tudo o filme acaba valendo pela mensagem crítica contra a política americana, que após os atentados do 11 de setembro os EUA praticamente legalizaram a tortura de suspeitos como se fosse um "mal necessário" e que para proteger a vida de milhões de inocentes os fins justificariam os meios. Mas como é visto no filme isso raramente era efetivo pois a credibilidade das informações obtidas desta forma era duvidosa.
Curiosidade: O título "Rendition" é um termo técnico jurídico que refere-se à entrega de um prisioneiro de uma jurisdição para outra sem o devido processo legal.
Maçante, sofrível, tedioso e chato!
A escolha de um grande elenco só pra figuração kk, com atuações rasas e fracas por causa do enredo e roteiro insosso, com uma premissa clichê, falas que são tão mortas, bobas e tediosas quanto o filme que tbm é arrastado e chato.
Após 1 hora , vi que ainda faltava mais 1 hora e não estava entendo pra onde estavam querendo ir com tantos personagens e um elenco bom pra nada.
Um ótimo elenco e uma trama interessante, mas mal executada.