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Data de lançamento
20 Set. 2007Duração
O T-Vírus experimental, criado pela Umbrella Corporation, foi liberado no mundo, transformando a população em zumbis que se alimentam de carne humana. Com as cidades sem segurança alguma, Carlos Olivera (Oded Fehr) e L.J. (Mike Epps), juntamente com as sobreviventes K-Mart (Spencer Locke) e Betty (Ashanti), reúnem um grupo e fogem pelo deserto, em um comboio blindado. Eles procuram outras pessoas que não estejam infectadas, mas apenas encontram outros mortos-vivos. O grupo é acompanhado pelo dr. Isaacs (Iain Glen), que está num complexo laboratorial subterrâneo da Umbrella Corporation, escondido sob uma torre de rádio abandonada em Nevada. Isaacs acompanha também Alice (Milla Jovovich), que, após ser capturada pela Umbrella, foi submetida a um teste biogenético que alterou sua configuração genética. Agora transformando-se constantemente e sob o risco de ser traída pelo seu próprio corpo, Alice segue o comboio e tenta conduzi-los ao seu destino: o Alasca, onde acreditam que estarão livres dos zumbis.
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Adoro o visual da Alice aqui, mas Claire Redfield jamais seria fumante como proposto pelo filme kk. No geral, acho ok e gosto do final, principalmente da forma como ele introduz e já emenda a ideia dos clones.
⚠️ Aviso de Spoilers: Se você ainda não assistiu a esse filme, corra daqui. E proteja seu cérebro...
"Resident Evil 3: A Extinção" é o momento em que a franquia cansou do escurinho dos laboratórios, meteu o pé na lama (ou melhor, na areia) e decidiu virar um Mad Max genérico de baixo custo de Hollywood! Saem os corredores claustrofóbicos e entra o sol escaldante do deserto de Nevada, com a Milla Jovovich de cachecol, sobretudo de couro no calor de 40 graus e andando de moto por Las Vegas soterrada.
Se nos filmes anteriores a Alice já flertava com o absurdo, aqui a mulher virou simplesmente a Jean Grey dos zumbis! Graças às experiências da Umbrella, ela desenvolveu telecinese avançada: frita um bando de corvos mutantes no ar usando o olhar, cria campo de força e faz pedras flutuarem. É um negócio tão apelativo que os zumbis viram mero detalhe no cenário.
O filme ainda tenta entregar um clima de comboio pós-apocalíptico com a Claire Redfield (Ali Larter) comandando um ônibus escolar blindado cheio de sobreviventes pelo deserto. O roteiro força a barra demais com a Umbrella, e o laboratório subterrâneo é uma fábrica de sacrilégios: o cientista vilão é obcecado pela Alice mesmo. Ele faz testes, mata dezenas de clones dela e joga os corpos num bueiro como se fosse entulho! E no clímax, o infeliz injeta uma dose cavalar de vírus nele, vira o monstro Tyrant com um tentáculo de borracha na mão e vai lutar boxe mental com a Alice numa sala cheia de lasers.
No fim das contas, entre caminhões com espinhos, cassinos abandonados, amizades e namoros que você sabe que vão dar em morte, um vilão ridículo e um exército de clones da Milla Jovovich prometendo vingança no final, "Resident Evil 3" é uma farofa no deserto ridiculamente divertida. Não tem absolutamente nada a ver com o clima dos jogos, mas você se diverte que é uma beleza vendo a piração do jogo na tela, feita da forma bizarra que foi. Meu primo enlouqueceu de alegria assistindo...
Nossa, tudo que eu tinha gostado no segundo filme, aqui foi perdido. Era uma sequência interessante, baseando no final do segundo e na destruição da cidade… poderiam ter explorado MUITO mais a “extinção” e consequências da pandemia.
Os dos melhores da saga!
Eu vi, só não me lembro quando.