Teto é o filho rico de 20 anos do "Rei do Tomate" e futuro herdeiro da bem-sucedida fábrica de tomates do pai, que vê sua vida virar de ponta-cabeça quando conhece Paula, uma moça pé-no-chão.
Filme que não se preocupa em levar a sério o assunto em nenhum momento.São vários acontecimentos que irritam com facilidade.A criancice dos marmanjos acaba com a sessão.
Fantasioso ao extremo. Tipo do filme criado para ser uma história de amor fácil de consumir, porém reforça uma visão equivocada sobre as dinâmicas de classe, o trabalho médico e a realidade das comunidades. Na vida real, as relações sociais e amorosas no Brasil são fortemente segmentadas por classe. A bolha social da elite médica raramente se cruza com a realidade da classe trabalhadora de forma tão romântica. O filme ignora o abismo social, cultural e econômico que existe entre esses dois mundos. A ideia de que uma médica, inserida em uma das profissões mais elitizadas do Brasil, se apaixonaria por um rapaz que ela acredita ser de origem humilde (trabalhando como faxineiro) é certamente irreal. Embora existam médicos dedicados que trabalham em condições difíceis, a cena da médica subindo o morro na chuva é inconcebível. A própria cultura profissional torna essa atitude individual e heroica algo saído de um roteiro de ficção. A representação da casa na comunidade equipada com eletrodomésticos novos, pintura impecável é completamente desconectada da realidade. Favelas e comunidades enfrentam problemas estruturais graves: falta de saneamento, moradias precárias, instalações elétricas improvisadas...Enfim, o filme é um exemplo clássico de como distorcer a realidade para não confrontar o público com os problemas sociais. Nota Zero!
O menino é a cara do Nelsinho Piquet. 🤣🤣🤣🤣 Eu dei MUITA RISADA. O filme saiu melhor do que eu esperava. O personagem da Fernanda Paes Leme e o do Beiçola são hilários. 🤣🤣🤣🤣🤣
08.10.2025
Filme que não se preocupa em levar a sério o assunto em nenhum momento.São vários acontecimentos que irritam com facilidade.A criancice dos marmanjos acaba com a sessão.
>Assistido em 23 de Janeiro de 2026
Fantasioso ao extremo. Tipo do filme criado para ser uma história de amor fácil de consumir, porém reforça uma visão equivocada sobre as dinâmicas de classe, o trabalho médico e a realidade das comunidades. Na vida real, as relações sociais e amorosas no Brasil são fortemente segmentadas por classe. A bolha social da elite médica raramente se cruza com a realidade da classe trabalhadora de forma tão romântica. O filme ignora o abismo social, cultural e econômico que existe entre esses dois mundos. A ideia de que uma médica, inserida em uma das profissões mais elitizadas do Brasil, se apaixonaria por um rapaz que ela acredita ser de origem humilde (trabalhando como faxineiro) é certamente irreal. Embora existam médicos dedicados que trabalham em condições difíceis, a cena da médica subindo o morro na chuva é inconcebível. A própria cultura profissional torna essa atitude individual e heroica algo saído de um roteiro de ficção. A representação da casa na comunidade equipada com eletrodomésticos novos, pintura impecável é completamente desconectada da realidade. Favelas e comunidades enfrentam problemas estruturais graves: falta de saneamento, moradias precárias, instalações elétricas improvisadas...Enfim, o filme é um exemplo clássico de como distorcer a realidade para não confrontar o público com os problemas sociais. Nota Zero!
O menino é a cara do Nelsinho Piquet. 🤣🤣🤣🤣
Eu dei MUITA RISADA.
O filme saiu melhor do que eu esperava.
O personagem da Fernanda Paes Leme e o do Beiçola são hilários. 🤣🤣🤣🤣🤣
Bem relax, mas devia ter ficado no 1.