Marcelo é jornalista. Carlos é um ex-ladrão de automóveis. Renata é uma mulher dividida entre dois relacionamentos tão diversos quanto os seus desejos. Exu é o porvir.
Original, explosivo e dinâmico, esse filme brasileiro pouco conhecido do grande público é um dos melhores trabalhos do diretor e roteirista Paulo Sacramento, responsável pelo ótimo documentário “O prisioneiro da grade de ferro” (2003) – Sacramento assina ainda como produtor e editor do longa. Condensou em poucos minutos (78, para ser preciso) a vida moderna numa São Paulo controversa, que vai das belezas dos arranha-céus ao caos social, permeada por conflitos amorosos e a criminalidade. Tem um elenco de nomes do cinema independente, a destacar Lee Taylor (uma verdadeira revelação do cinema e da TV brasileira), assim como Simone Iliescu e Roberto Audio (você que é fã da banda Mutantes, repare na arrebatadora participação de Arnaldo Baptista, tocando piano). Como fã do cinema feito em nosso país, recomendo essa produção que passou imperceptível nos cinemas – “Riocorrente” (o título é assim mesmo, grafado junto) recebeu indicação a prêmios em festivais como Bogotá e Rotterdam, ganhou o troféu APCA, o prêmio Abbracine na Mostra Internacional de Cinema de SP, e dois técnicos no Festival de Brasília (melhor fotografia e montagem). Em DVD pela California Filmes. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web
os dois caras fode a mulher tão mal que é claro que o desfecho tinha q ser ela se masturbando. Fora isso, a relação do menino (o que significa "Exu é o porvir" nessa sinopse lol) e o carlos ficou pessimamente desenvolvida de forma que ninguém sabe aonde o diretor quer chegar com esses dois. Aí ele botou uns paranauê de circo e uns fogo que pra mim, ficou um simbolismo vazio e mal feito.
Um dos piores trabalhos do cinema brasileiro que eu assisti em muito tempo. A história é mal desenvolvida, as relações entre os personagens são mal explicadas e quase nada acontece no filme que traz cenas longas e monótonas. É curto na sua duração, mas do modo que foi feito parece interminável.
Não consegui entrar na estória.
Acho que faltou um pouco de tudo no filme
24.04.2025
Original, explosivo e dinâmico, esse filme brasileiro pouco conhecido do grande público é um dos melhores trabalhos do diretor e roteirista Paulo Sacramento, responsável pelo ótimo documentário “O prisioneiro da grade de ferro” (2003) – Sacramento assina ainda como produtor e editor do longa. Condensou em poucos minutos (78, para ser preciso) a vida moderna numa São Paulo controversa, que vai das belezas dos arranha-céus ao caos social, permeada por conflitos amorosos e a criminalidade. Tem um elenco de nomes do cinema independente, a destacar Lee Taylor (uma verdadeira revelação do cinema e da TV brasileira), assim como Simone Iliescu e Roberto Audio (você que é fã da banda Mutantes, repare na arrebatadora participação de Arnaldo Baptista, tocando piano). Como fã do cinema feito em nosso país, recomendo essa produção que passou imperceptível nos cinemas – “Riocorrente” (o título é assim mesmo, grafado junto) recebeu indicação a prêmios em festivais como Bogotá e Rotterdam, ganhou o troféu APCA, o prêmio Abbracine na Mostra Internacional de Cinema de SP, e dois técnicos no Festival de Brasília (melhor fotografia e montagem). Em DVD pela California Filmes.
POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web
os dois caras fode a mulher tão mal que é claro que o desfecho tinha q ser ela se masturbando. Fora isso, a relação do menino (o que significa "Exu é o porvir" nessa sinopse lol) e o carlos ficou pessimamente desenvolvida de forma que ninguém sabe aonde o diretor quer chegar com esses dois. Aí ele botou uns paranauê de circo e uns fogo que pra mim, ficou um simbolismo vazio e mal feito.
Parece um grande comercial publicitário em forma de filme. Bem ruinzinho mesmo.
Um dos piores trabalhos do cinema brasileiro que eu assisti em muito tempo. A história é mal desenvolvida, as relações entre os personagens são mal explicadas e quase nada acontece no filme que traz cenas longas e monótonas. É curto na sua duração, mas do modo que foi feito parece interminável.