O mundo do Rock ficou triste com a morte de Charlie Watts. Um músico incrível e discreto, para os padrões nada ortodoxos dos Rolling Stones.
Goste você ou não, a banda, ao lado do Watts, que contém Mick Jagger, Keith Richards e Ron Wood, é a mais ativa da história. Com shows pra lá de energéticos e levantando multidões mundo afora, virou personagem de documentários e filmes.
Entre esses, está o famoso Shine A Light, dirigido por ninguém menos que Martin Scorsese. O diretor sempre brinda suas obras com clássicos do Rock, especialmente os Stones. E não poderia ser melhor, ao filmar dois dias de apresentações, no Beacon Theater, em Nova York, com o Mestre de cerimônia, o ex-presidente Bill Clinton.
O filme também foi dedicado ao dono da Atalntic, Arhmet Etergun, que sofreu uma queda num dos dias do show e morreu a caminho do hospital. Dito isso, vamos ao filme-show.
A banda, acompanhada por músicos de apoio, tocaram clássicos como Satisfaction, Jumping Jack Flash, Sympathy for The Devil, Star Me Up, Brown Sugar, entre outros, além das participações especiais, como Christina Aguillera, Jack White e Buddy Guy.
Pelo jeito, os Stones só vão continuar a se apresentar (isso, se a pandemia deixar!), até os 100 anos. Mesmo sem o Charlie Watts, o Rock jamais morrerá.
Show incrível, apelando para músicas menos conhecidas da carreira dos Stones e mesmo assim funcionando perfeitamente pela forma como as intercala com entrevistas, muitas vezes mostrando a mudança de pensamento dos membros da banda ao longo do tempo, como por exemplo a cena de Mick Jagger dizendo, logo no início dos Stones, que a banda duraria cerca de dois anos. Ponto relevante do filme é a fotografia incrível. A cena de Keith Richards cuspindo um cigarro e a câmera mostrando as fagulhas e a fumaça poderia virar um quadro.
Gostei muito da intercalação entre as imagens do show e as entrevistas de arquivo. Meu momento preferido foi a de "Simpathy for the Devil", por ser a minha canção favorita dos Stones. A junção entre os Rolling Stones e o Martin Scorsese só poderia ter resultado num show magnífico como esse!
(P.S.: Só achei desnecessária a participação do Bill Clinton) (P.S.2.: E como o Mick Jagger dança!!!)
Não sou fã dos Rolling Stones - curto algumas músicas e só -, por isso não funcionou tanto pra mim, mas é inegável a contribuição dos caras pro rock mundial e a irreverência e vitalidade após tantos anos de estrada.
O mundo do Rock ficou triste com a morte de Charlie Watts. Um músico incrível e discreto, para os padrões nada ortodoxos dos Rolling Stones.
Goste você ou não, a banda, ao lado do Watts, que contém Mick Jagger, Keith Richards e Ron Wood, é a mais ativa da história. Com shows pra lá de energéticos e levantando multidões mundo afora, virou personagem de documentários e filmes.
Entre esses, está o famoso Shine A Light, dirigido por ninguém menos que Martin Scorsese. O diretor sempre brinda suas obras com clássicos do Rock, especialmente os Stones. E não poderia ser melhor, ao filmar dois dias de apresentações, no Beacon Theater, em Nova York, com o Mestre de cerimônia, o ex-presidente Bill Clinton.
O filme também foi dedicado ao dono da Atalntic, Arhmet Etergun, que sofreu uma queda num dos dias do show e morreu a caminho do hospital. Dito isso, vamos ao filme-show.
A banda, acompanhada por músicos de apoio, tocaram clássicos como Satisfaction, Jumping Jack Flash, Sympathy for The Devil, Star Me Up, Brown Sugar, entre outros, além das participações especiais, como Christina Aguillera, Jack White e Buddy Guy.
Pelo jeito, os Stones só vão continuar a se apresentar (isso, se a pandemia deixar!), até os 100 anos. Mesmo sem o Charlie Watts, o Rock jamais morrerá.
Show incrível, apelando para músicas menos conhecidas da carreira dos Stones e mesmo assim funcionando perfeitamente pela forma como as intercala com entrevistas, muitas vezes mostrando a mudança de pensamento dos membros da banda ao longo do tempo, como por exemplo a cena de Mick Jagger dizendo, logo no início dos Stones, que a banda duraria cerca de dois anos.
Ponto relevante do filme é a fotografia incrível. A cena de Keith Richards cuspindo um cigarro e a câmera mostrando as fagulhas e a fumaça poderia virar um quadro.
Gostei muito da intercalação entre as imagens do show e as entrevistas de arquivo. Meu momento preferido foi a de "Simpathy for the Devil", por ser a minha canção favorita dos Stones.
A junção entre os Rolling Stones e o Martin Scorsese só poderia ter resultado num show magnífico como esse!
(P.S.: Só achei desnecessária a participação do Bill Clinton)
(P.S.2.: E como o Mick Jagger dança!!!)
4.1 / 5.0
A participação de Buddy Guy, com Champagne and Reefer, é sensacional, minha parte favorita do show.
Não sou fã dos Rolling Stones - curto algumas músicas e só -, por isso não funcionou tanto pra mim, mas é inegável a contribuição dos caras pro rock mundial e a irreverência e vitalidade após tantos anos de estrada.