O professor Clément deveria estar feliz: ele finalmente conquistou o coração da bela Alicia, uma atriz famosa. Mas quando o relacionamento anda bem, ele encontra Caprice, uma jovem extrovertida que deseja sair com ele, e não se importa em ser a amante de Clément. Enquanto o professor corre o risco de perder a namorada, o melhor amigo dele, Thomas, começa a ficar muito interessado na atriz.
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Uma pegada meio Woody Allen, no tom francês e com duas gurias do elenco da França que adoro , Virginie e Anaïs Demoustier. Gostei!
Dormir mas do que assistir, pq tava doente. Filme visto dia 11/10/2018
Eu comecei odiando a Caprice, parece um pequeno demoniozinho de cabelos vermelhos e sardas pronto pra destruir qualquer relação que vê pela frente. Mas no final, só consegui me identificar um pouco com ela.
Não me agradou a performance do Emmanuel, parecia por muitas vezes extremamente artificial e sem vontade.
O roteiro corre muito no inicio para apresentar um casal, mas depois melhora bastante.
Mais uma boa investida da França na comédia romântica independente, uma fita modesta e agradável, que na Europa obteve pequeno sucesso, porém no Brasil ninguém ouviu falar (estreou em outubro nos cinemas brasileiros, pela Mares Filmes, que acabou de lançá-la em DVD). Escrito, dirigido e protagonizado por Emmanuel Mouret, um dos bons atores da nova geração do seu país, o filme fala sobre amores fugazes e amantes, um tema batido, mas aqui tratado com singeleza, sem pender para exageros ou romance barato. Conhecemos de perto a vida de um professor de beleza duvidosa lidando com duas mulheres charmosas, a namorada, uma atriz prestigiada, e a amante, mais nova e enxerida (de nome Caprice, título original do filme). Além de se dividir no relacionamento, fica sabendo que o fiel amigo foi seduzido pela sua namorada “oficial” – as confusões começam aí, para incrementar os conflitos da história, que tem um desfecho bonito. Sem delongas, o roteiro resume-se às atrapalhadas de um homem indeciso no relacionamento, as mentiras para não ser exposto e como trair sem ser descoberto.
De um tempo para cá, já apontei isto em resenhas anteriores, o Brasil recebe uma infinidade de comédias francesas bem legais, todavia fora do circuito, em consequência, pouco conhecidas do grande público. “Romance à francesa” é uma dessas gratas surpresas, que merece atenção. Assistam!
POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web
Achei suave mas intenso, Caprice me irritava mas admiro a dedicação ao sentimento que ela nutriu. Quem nunca exagerou?