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Stolen In Her Sleep - Estados Unidos da América
Sinopse
Hallie e James, vivem o recente drama de sua filha bebê pós cirurgia cardíaca, numa nova casa. Sob nova rotina, Hallie começa a ser perseguida por um misterioso homem, causando paranóias à Haille e problemas na vida do casal.
STOLEN IN HER SLEEP Direção: John Murlowski Ano: 2022 Assistido em: 12/10/2025
Eu já devo ter perdido a conta de quantas vezes disse aqui que meu maior guilty pleasure são os suspenses de qualidade bem duvidosa que passavam bastante no Supercine. Eu assisto mesmo sabendo que a maioria é uma bela bomba e vou continuar assistindo, porque não tenho vergonha na cara. Quando eu descobri essa produção nas minhas andanças pela internet, decidi dar uma oportunidade. Não esperava grande coisa, porque já dava para perceber o baixo orçamento e a falta de esmero. Mas eu não imaginava que iria me divertir tanto com algo tão capenga.
Hallie é uma nova mãe dedicada à sua filha Ava, que nasceu com problemas cardíacos e precisou de um transplante de coração logo após o nascimento. Exausta pelos desafios da maternidade e pressionada pela sogra controladora, Hallie encontra um alívio temporário quando faz amizade com Megan. Mas então sua vida começa a mudar: ela sente que algo sinistro se aproxima e questiona se alguém realmente quer machucá-la e à sua filha, ou se tudo isso é fruto de sua imaginação consumida pela ansiedade.
Este é daqueles trabalhos tão previsíveis que chegam a dar vergonha; porém, ele não se leva a sério, como se estivesse fazendo um grande muse do David Fincher. Você consegue adivinhar o desfecho bem no começo, de tão óbvias que são as situações — isso sem falar nas boas gargalhadas que a história vai te arrancar.
Sou paranoico de primeira linha, então sim, desconfio de todo mundo até que me provem o contrário. No instante em que a Megan aparece oferecendo para pagar a conta da cafeteria, puxando assunto, pedindo o celular e se autoconvidando para ir à casa da Hallie , minhas sirenes mentais disparam. Isso não aconteceu com a pamonha da Hallie. Na cena em que ela conta a história da Ava e mostra o quadro que diz ter mandado para os pais da criança doadora, eu matei a charada: Megan era a mãe da criança que morreu e seria ela quem tentaria roubar a Ava. Inclusive, estava bem óbvio que o homem perseguidor era o marido da maluca — eu só errei porque apostava que ele fazia parte do plano. Qual é, minha gente — eu já assisti The Hand That Rocks the Cradle (1992), tenho PhD nesse tipo de produção para ser enganado por qualquer besteirinha.
Aqui nos deparamos com situaçãoes tão absurdas, que dão a volta e ficam cômicas. Não sei se é por completa inexperiência da direção ou por falta de orçamento para uma boa coordenação de dublês: na primeira cena, o médico leva uma pancada com um teclado DE PLÁSTICO na cabeça e fica inconsciente; a babá morre de OVERDOSE após tomar 0,005 gramas de cocaína, sendo que qualquer pessoa que cheirase uma carreira com dez vezes aquela quantidade só fica brisada; James leva um susto com o carro, se joga em um monte de areia e ENTRA EM COMA — se isso não era para fazer rir, eu não sei mais qual era a ideia. Talvez quisessem fazer uma comédia e algo deu errado, resultando num suspense bem fuleiro.
Stolen in Her Sleep é uma baboseira de marca maior, indicada para quem se diverte com essa patacoada. Se você levar a sério, vai passar raiva, porque não dá para encarar um roteiro assim e dizer que foi feito com seriedade. Eu, como disse, gosto desse tipo de galhofa — me divirto, amo suspense e adoro rir quando as coisas são feitas de qualquer jeito — então já estou vacinado e imune a produções desse tipo. Para quem não tem o hábito, é melhor começar por suspenses sérios e deixar isso para depois.
É um filme de baixo orçamento, feito pra TV britânica, com elenco sem nenhum ator com muita fama, e roteiro clichê de filme para TV. Então considerando tudo isso, até que é legalzinho.
Passatempo bobinho.
24/03/2026
fraco
STOLEN IN HER SLEEP
Direção: John Murlowski
Ano: 2022
Assistido em: 12/10/2025
Eu já devo ter perdido a conta de quantas vezes disse aqui que meu maior guilty pleasure são os suspenses de qualidade bem duvidosa que passavam bastante no Supercine. Eu assisto mesmo sabendo que a maioria é uma bela bomba e vou continuar assistindo, porque não tenho vergonha na cara. Quando eu descobri essa produção nas minhas andanças pela internet, decidi dar uma oportunidade. Não esperava grande coisa, porque já dava para perceber o baixo orçamento e a falta de esmero. Mas eu não imaginava que iria me divertir tanto com algo tão capenga.
Hallie é uma nova mãe dedicada à sua filha Ava, que nasceu com problemas cardíacos e precisou de um transplante de coração logo após o nascimento. Exausta pelos desafios da maternidade e pressionada pela sogra controladora, Hallie encontra um alívio temporário quando faz amizade com Megan. Mas então sua vida começa a mudar: ela sente que algo sinistro se aproxima e questiona se alguém realmente quer machucá-la e à sua filha, ou se tudo isso é fruto de sua imaginação consumida pela ansiedade.
Este é daqueles trabalhos tão previsíveis que chegam a dar vergonha; porém, ele não se leva a sério, como se estivesse fazendo um grande muse do David Fincher. Você consegue adivinhar o desfecho bem no começo, de tão óbvias que são as situações — isso sem falar nas boas gargalhadas que a história vai te arrancar.
Sou paranoico de primeira linha, então sim, desconfio de todo mundo até que me provem o contrário. No instante em que a Megan aparece oferecendo para pagar a conta da cafeteria, puxando assunto, pedindo o celular e se autoconvidando para ir à casa da Hallie , minhas sirenes mentais disparam. Isso não aconteceu com a pamonha da Hallie. Na cena em que ela conta a história da Ava e mostra o quadro que diz ter mandado para os pais da criança doadora, eu matei a charada: Megan era a mãe da criança que morreu e seria ela quem tentaria roubar a Ava. Inclusive, estava bem óbvio que o homem perseguidor era o marido da maluca — eu só errei porque apostava que ele fazia parte do plano. Qual é, minha gente — eu já assisti The Hand That Rocks the Cradle (1992), tenho PhD nesse tipo de produção para ser enganado por qualquer besteirinha.
Aqui nos deparamos com situaçãoes tão absurdas, que dão a volta e ficam cômicas. Não sei se é por completa inexperiência da direção ou por falta de orçamento para uma boa coordenação de dublês: na primeira cena, o médico leva uma pancada com um teclado DE PLÁSTICO na cabeça e fica inconsciente; a babá morre de OVERDOSE após tomar 0,005 gramas de cocaína, sendo que qualquer pessoa que cheirase uma carreira com dez vezes aquela quantidade só fica brisada; James leva um susto com o carro, se joga em um monte de areia e ENTRA EM COMA — se isso não era para fazer rir, eu não sei mais qual era a ideia. Talvez quisessem fazer uma comédia e algo deu errado, resultando num suspense bem fuleiro.
Stolen in Her Sleep é uma baboseira de marca maior, indicada para quem se diverte com essa patacoada. Se você levar a sério, vai passar raiva, porque não dá para encarar um roteiro assim e dizer que foi feito com seriedade. Eu, como disse, gosto desse tipo de galhofa — me divirto, amo suspense e adoro rir quando as coisas são feitas de qualquer jeito — então já estou vacinado e imune a produções desse tipo. Para quem não tem o hábito, é melhor começar por suspenses sérios e deixar isso para depois.
É um filme de baixo orçamento, feito pra TV britânica, com elenco sem nenhum ator com muita fama, e roteiro clichê de filme para TV. Então considerando tudo isso, até que é legalzinho.
...porém sem condições aquela cena do cara desmaiando e ficando em coma, com aquela quedinha na areia. Kkkkk