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Data de lançamento
1 Junho 1984Duração
Em algum lugar no tempo, numa cidade que pode ser a nossa, a violência urbana chega em níveis insustentáveis. Cada vez mais as gangues de rua se apoderam dos espaços públicos, fazendo de cada quarteirão o seu verdadeiro domínio de violência. Os representantes da lei já não controlam mais a situação.
É nesta situação caótica que uma cantora de rock é sequestrada por uma gangue de motoqueiros. Seu ex-namorado retorna então à cidade e, ao descobrir que ela é mantida refém, parte para o resgate. Mas para isso ele deverá passar por um inferno de gangues rivais, verdadeiros selvagens sem lei que não medem esforços para proteger seus domínios.
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Ate achei bacaninha e divertido entretem bastante e nem ve a hora passar um ótimo filme para um final de semana muito bom mesmo.
Ruas de Fogo é um daqueles filmes em que a estética fala mais alto que a própria história. A direção de arte é boa e cria um universo que mistura elementos dos anos 50 como os carros clássicos, as jaquetas de couro, as gangues de motoqueiros e as lanchonetes, com a energia e a trilha sonora do rock dos anos 80.
A trilha sonora é, para mim, o grande destaque do filme e ajuda muito a construir essa atmosfera. Já o roteiro é bastante simples e previsível. O Raven tem um visual marcante, mas nunca passa a impressão de ser um vilão realmente perigoso, o que acaba diminuindo a tensão da história.
É um bom conto urbano "edgy" embalado por ótimas músicas. Tem uma história padrão de resgate e personagens que representam arquétipos simples, mas seu diferencial está nas sequências musicais e estética. E também foi legal ver Dafoe, Lane, Madigan e Paxton juntos e jovens. 7,5/10
Lembrete sobre o filme Ruas de Fogo: O diretor Walter Hill pretendia que "Ruas de Fogo" fosse o primeiro de uma trilogia de filmes de ação estrelada por Michael Paré como Tom Cody. Infelizmente, "Ruas de Fogo" não chegou nem perto de recuperar o investimento nas bilheterias. O que se esperava ser o grande sucesso da carreira de Michael Paré, infelizmente, o relegou ao status de ator de filmes de baixo orçamento, onde ele permanece até hoje.
Mal editado e atuado. Diane Lane e Michael Paré só conseguiam o papel por serem bonitos, não há outra possibilidade.
Algumas músicas são boas, outras nem tanto.
Roteiro meio sem rumo, ou com rumo previsível demais.
É uma diversão boba típica dos anos 80. E sim, eu amo os anos 80!