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Com a morte do rei David o trono passa a ser ocupado por Salomão (Yul Brynner). O povo de Israel prospera e fortalece tanto que os egípcios, seus inimigos, resolvem mandar ao local a rainha de Sabá (Gina Lollobrigida), para descobrir os pontos fracos de Salomão e assim poder derrotá-lo.
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Drama romântico de guerra histórico em Super Technirama 70 e Technicolor da Edward Small Productions e United Artists. O filme dramatiza eventos descritos na Bíblia – o 10° capítulo de Primeiro dos Reis e o 9° capítulo de Segunda Crônicas. Último longa-metragem dirigido por King Vidor (1894-1982). As filmagens aconteceram em Valdespartera, Zaragoza, Aragão, e em Madrid, na Espanha.
Este filme é uma refilmagem de The Queen of Sheba (21) e A Rainha de Sabá (52). Outras versões baseadas na mesma história bíblica: o curta The Judgment of Solomon (09), Haring Solomon at Reyna Sheba (52), o filme feito para a TV Salomão e a Rainha de Sabá (95) e a minissérie feita para a televisão Salomão (97).
A estrela e co-produtor Tyrone Power (1914-1958) filmou mais da metade do filme quando desmaiou devido a um ataque cardíaco fulminante durante uma cena de duelo com George Sanders (1906-1972) em 15 de novembro de 1958, e morreu pouco tempo depois. Yul Brynner (1920-1985) substituiu Power como Salomão e refez todas as cenas do ator falecido. Power ainda é visível em alguns planos gerais. Dois dos protagonistas, Yul Brynner e George Sanders, nasceram na Rússia, filhos de pais estrangeiros.
O design de produção caríssimo e as épicas batalhas são verossímeis no último filme dirigido pelo grande King Vidor, mesmo diante de tantos problemas que teve com a luxuosa produção. É sempre bom rever as belezas das italianas Gina Lollobrigida (1927-2023) e Marisa Pavan (atualmente com 91 anos).
Um grande épico bíblico que vale a pena ser conhecido tanto pela sua história como pela sua produção esmerada. Há sequências que ainda impressionam nos dias de hoje como a da batalha final que é decidida de uma forma surpreendente.
Inicialmente seria Tyrone Power, o intérprete de Salomão no filme. Power chegou a rodar mais da metade das cenas de seu personagem, mas sofreu um colapso cardíaco em meio a realização de uma cena de duelo com George Sanders e faleceu poucos dias depois. Yul Brynner foi então contratado em seu lugar, tendo refilmado todas as cenas já rodadas por Power. Clássico cult do cinema épico, "Salomão e a Rainha de Sabá", de 1959, foi o último filme dirigido por King Vidor. Trata-se de antológica refilmagem de "The Queen of Sheba" (1921) e "La Regina de Saba". A trama cinematográfica diverge substancialmente das fontes bíblicas e é altamente ficcionalizada, mais notadamente na representação da Rainha de Sabá como aliada do Antigo Egito e em oposição ao Rei Salomão de Israel, além de seu caso amoroso com o monarca. A produção alcançou notoriedade devido a uma cena de orgia ritual (sem nudez) que incluía uma dança sensual de Gina Lollobrigida, intérprete da Rainha de Sabá. A sequência foi bastante licenciosa tendo em vista os filmes de Hollywood da época. Filmado na Espanha, o filme é uma crônica que explora a vida de seus históricos personagens. Para ser visto e revisto.
A cinematografia desse filme é absurda de bonita, mas as cenas de batalha não são das melhores. A primeira batalha é risível.
Pena que na internet só assisti até a metade do filme, estava começando a ficar bom.