Segue uma dominatrix (Margaret Qualley) e Hal (Christopher Abbott), seu cliente rico, e o desastre que se segue quando Hal tenta terminar seu relacionamento.
A usuária: lil peep’s hoe, me recomendou esse filme. Pela primeira vez que tentei assistir, aguentei 20 minutos e desisti. Depois, de meses, na segunda vez consegui assistir inteiro o filme, mas parcelando.
O ritmo é muito parado, lento e monótono. Eu, particularmente, odeio filme estilo teatro, onde se passa em apenas um único ambiente com poucos personagens, roteiro muito estranho e fraquíssimo. De positivo, a atuação do Christopher Abbott e da Margaret Qualley, que rouba a cena; no máximo, aqui é material para um curta-metragem de 20 minutos.
Filme com apenas dois personagens, ambientados em um único cenário, ondem eles ficam apenas conversando. Achei cansativo, vale mais a pena para quem é fã de Margaret Qualley que manda bem demais. Talvez, a história funcionasse melhor se fosse um episódio de alguma série de 45 a 55 minutos.
Um filme que se afoga na sua própria pretensão.Quer ser inteligente, transgressor e emocionalmente provocativo, mas em muitos momentos acaba sendo apenas expositivo, repetitivo e teatral demais para o próprio bem. O roteiro, que tenta construir uma batalha verbal intensa entre os protagonistas, frequentemente se entrega a um didatismo exaustivo, em que os personagens verbalizam demais suas intenções, enfraquecendo a tensão dramática. A sensação é de assistir a uma peça experimental onde o subtexto é quase inexistente — tudo está à mostra, tudo é dito, nada é deixado para a inteligência do espectador. A estrutura em um único cenário e com apenas dois personagens exige uma escrita precisa e afiada. Mas aqui, o ritmo é desequilibrado: cenas que deveriam ser impactantes se arrastam, e reviravoltas que visam surpreender soam inverossímeis. A tentativa de manter o espectador em suspense vira um jogo de gato e rato cansativo, em que o mistério é substituído pela repetição de conflitos mal resolvidos. Além disso, o filme flerta com o absurdo sem se comprometer com ele, e isso gera uma ambiguidade tonal incômoda. A transição entre drama psicológico e humor irônico não é fluida — ela confunde mais do que instiga. Em determinados momentos, o filme parece não saber se está sendo uma sátira de relações de poder ou um estudo sério sobre desejo e manipulação. A performance de Margaret Qualley é vigorosa, mas até ela parece limitada por uma direção que valoriza a forma em detrimento do conteúdo. Os personagens são complexos, sim, mas não evoluem de forma crível, o que torna o final do filme abrupto e emocionalmente insatisfatório.
vim pela margaret, fiquei pela margaret
Um grande bobagem em forma de filme
A usuária: lil peep’s hoe, me recomendou esse filme. Pela primeira vez que tentei assistir, aguentei 20 minutos e desisti. Depois, de meses, na segunda vez consegui assistir inteiro o filme, mas parcelando.
O ritmo é muito parado, lento e monótono. Eu, particularmente, odeio filme estilo teatro, onde se passa em apenas um único ambiente com poucos personagens, roteiro muito estranho e fraquíssimo. De positivo, a atuação do Christopher Abbott e da Margaret Qualley, que rouba a cena; no máximo, aqui é material para um curta-metragem de 20 minutos.
Um filme ruim, chato e decepcionante.
Filme com apenas dois personagens, ambientados em um único cenário, ondem eles ficam apenas conversando. Achei cansativo, vale mais a pena para quem é fã de Margaret Qualley que manda bem demais. Talvez, a história funcionasse melhor se fosse um episódio de alguma série de 45 a 55 minutos.
Um filme que se afoga na sua própria pretensão.Quer ser inteligente, transgressor e emocionalmente provocativo, mas em muitos momentos acaba sendo apenas expositivo, repetitivo e teatral demais para o próprio bem.
O roteiro, que tenta construir uma batalha verbal intensa entre os protagonistas, frequentemente se entrega a um didatismo exaustivo, em que os personagens verbalizam demais suas intenções, enfraquecendo a tensão dramática. A sensação é de assistir a uma peça experimental onde o subtexto é quase inexistente — tudo está à mostra, tudo é dito, nada é deixado para a inteligência do espectador.
A estrutura em um único cenário e com apenas dois personagens exige uma escrita precisa e afiada. Mas aqui, o ritmo é desequilibrado: cenas que deveriam ser impactantes se arrastam, e reviravoltas que visam surpreender soam inverossímeis. A tentativa de manter o espectador em suspense vira um jogo de gato e rato cansativo, em que o mistério é substituído pela repetição de conflitos mal resolvidos.
Além disso, o filme flerta com o absurdo sem se comprometer com ele, e isso gera uma ambiguidade tonal incômoda. A transição entre drama psicológico e humor irônico não é fluida — ela confunde mais do que instiga. Em determinados momentos, o filme parece não saber se está sendo uma sátira de relações de poder ou um estudo sério sobre desejo e manipulação.
A performance de Margaret Qualley é vigorosa, mas até ela parece limitada por uma direção que valoriza a forma em detrimento do conteúdo. Os personagens são complexos, sim, mas não evoluem de forma crível, o que torna o final do filme abrupto e emocionalmente insatisfatório.