Camponesa, certa de ter recebido ordens de Deus, lidera exército francês e ganha batalha dos ingleses. Presa e acusada de heresia é queimada viva. História de Santa Joana D'Arc. Baseado na peça de George Bernard Shaw.
O roteiro do escritor Graham Greene aproveita pouco mais de metade do original de Bernard Shaw (a encenação da peça costuma ter 3h30min). O diretor Otto Preminger tenta contornar a origem teatral do texto movimentando a câmera pelo cenário e algumas poucas cenas externas. Pra mim o ponto negativo é a caracterização infantiloide de Richard Widmark, que faz um Carlos VII como um bobalhão. O repentino remorso de um outro personagem perto do final também é pouco crível. Embora não seja ruim, fica bem atrás de outras versões, como a de Carl Dreyer (1928), Victor Fleming (1948), Robert Bresson (1962) e Jacques Rivette (1994).
Já não simpatizo com a personagem-título, aí o Preminger entrega um filme esquemático, indulgente e cheio de marcas de sua origem teatral! Simplesmente não dá.
Eu gostei mais do "O Martírio de Joana D'Arc", de 1928. O martírio foca mais o julgamento, e esse aqui já mostra a vida de Joana. Preminger mostra uma Joana bastante atrevida e até por isso seu destino foi a fogueira...
Fui a procura desse filme após ver Seberg, filme sobre a Jean Seberg. Não é a melhor versão dessa história, Preminger quis ''brincar'' com a versão mais polida. Quem se interessar, disponível no Amazon Prime.
O roteiro do escritor Graham Greene aproveita pouco mais de metade do original de Bernard Shaw (a encenação da peça costuma ter 3h30min). O diretor Otto Preminger tenta contornar a origem teatral do texto movimentando a câmera pelo cenário e algumas poucas cenas externas. Pra mim o ponto negativo é a caracterização infantiloide de Richard Widmark, que faz um Carlos VII como um bobalhão. O repentino remorso de um outro personagem perto do final também é pouco crível.
Embora não seja ruim, fica bem atrás de outras versões, como a de Carl Dreyer (1928), Victor Fleming (1948), Robert Bresson (1962) e Jacques Rivette (1994).
Um dos filmes mais oníricos e geniais do Otto Preminger.
Já não simpatizo com a personagem-título, aí o Preminger entrega um filme esquemático, indulgente e cheio de marcas de sua origem teatral! Simplesmente não dá.
Eu gostei mais do "O Martírio de Joana D'Arc", de 1928. O martírio foca mais o julgamento, e esse aqui já mostra a vida de Joana. Preminger mostra uma Joana bastante atrevida e até por isso seu destino foi a fogueira...
Fui a procura desse filme após ver Seberg, filme sobre a Jean Seberg. Não é a melhor versão dessa história, Preminger quis ''brincar'' com a versão mais polida. Quem se interessar, disponível no Amazon Prime.